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sábado, 13 de fevereiro de 2010

O Ministério da Reconciliação

LIÇÃO 6 - O MINISTÉRIO DA RECONCILIAÇÃO – 1º TRIMESTRE DE 2010

TEXTO ÁUREO
"E tudo isso provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por Jesus Cristo e nos deu o ministério da reconciliação" (2 Co 5.18).

VERDADE PRÁTICA
O ministério da reconciliação consiste, fundamentalmente, na proclamação da obra expiatória do Senhor Jesus Cristo.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
2 Coríntios 5.14,15,17-21
14 - Porque o amor de Cristo nos constrange, julgando nós assim: que, se um morreu por todos, logo, todos morreram.
15 - E ele morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou.
17 - Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo.
18 - E tudo isso provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por Jesus Cristo e nos deu o ministério da reconciliação,
19 - isto é, Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não lhes imputando os seus pecados, e pôs em nós a palavra da reconciliação.
20 - De sorte que somos embaixadores da parte de Cristo, como se Deus por nós rogasse. Rogamos-vos, pois, da parte de Cristo que vos reconcilieis com Deus.
21 -Àquele que não conheceu pecado, o fez pecado por nós; para que, nele, fôssemos feitos justiça de Deus.

SUBSÍDIOS PARA O MINISTÉRIO DA RECONCILIAÇÃO
Palavra-chave: Reconciliar - do grego katallassō, sugere a ideia de trocar, mudar (neste caso específico, a inimizade com Deus está sendo trocada por relações pacíficas).

Reconciliação
     As palavras no NT significando reconciliação são todas baseadas na raiz grega allag, com diferentes prefixos preposicionais, e o mais comum deles é kata. O significado etimológico é “mudança”, mas o uso sempre inclui a união de duas ou mais partes pela renovação de bases ou causas de desarmonia. A reconciliação é necessária para por fim à inimizade existente.
     A doutrina da reconciliação está relacionada com a restauração da comunhão entre o homem pecador e Deus, o Santo Criador, através de Jesus Cristo, o Redentor. Por causa de suas más ações, o homem é declarado inimigo de Deus (Rm 5.8; Cl 1.21; Tg 4.4). Teólogos liberais que negam a satisfação penal, propiciatória e substitutiva da justiça divina pela provisão objetiva da expiação, mostram que no NT Deus nunca é o objeto da reconciliação. Eles negam a necessidade da vindicação da justiça divina, e insistem que tudo que é necessário para a reconciliação entre Deus e o homem é uma mudança no homem . Eles se opõem ao grande hino de Wesley: “Eleve-se, Minha Alma”, e especialmente às palavras “Meu Deus está reconciliado”.
     O fato de o pecador ser aquele que precisa ser reconciliado com Deus (2 Co 5.20) não constitui um argumento contra a necessidade da propiciação em relação a Deus. Isto deveria ser evidente a partir de uma das passagens do NT, na qual a palavra é usada em um sentido não-soteriológico. Em Mateus 5.23,24, aquele a quem Deus ordenou que se reconciliasse com seu irmão era o ofensor contra quem o irmão tinha uma queixa. A única reconciliação possível era através da remoção objetiva da queixa ou a satisfação da justiça.
     Há uma mudança na atitude de Deus quando o pecador é reconciliado com ele. Este é abundantemente evidenciado pelas muitas Escrituras que declaram a ira de Deus em relação ao pecador não arrependido, e a remoção de sua ira quando o pecador é justificado (veja, por exemplo, Jo 3.36)
     Talvez um motivo pelo qual os escritores bíblicos falam do homem como o objeto da reconciliação, seja que na mudança da ira para o favor, o amor de Deus e seu caráter ético não mudam. Sua natureza santa é imutável. As passagens centrais que apresentam a doutrina da reconciliação são Romanos 5.8-11; 2 Coríntios 5.18-21; Efésios 2.16-18; Colossenses 1.20-22. Em cada caso, a natureza objetiva e propiciatória da expiação é claramente indicada.
Embaixadores 
     Porque somos chamados de embaixadores de Deus? (2 Coríntios 5:11-21). Os cristãos representam o reino de Deus. Um embaixador é um representante oficial de país para o outro. Como crentes, somos embaixadores de Cristo, mandados com a sua mensagem de reconciliação com o mundo. Um embaixador de reconciliação carrega uma responsabilidade importante. Quão bem você está cumprindo essa incumbência como embaixador de Cristo? Os cristãos representam a Deus. Deus chamou Moisés para ser o seu embaixador. Um embaixador representa um outro país, um outro tipo de pessoas e, frequentemente, um outro ponto de vista. Cada um de nós é um embaixador de Deus - representando para o mundo que os cristãos são um tipo diferente de pessoas com um estilo de vida diferente. Boa parte do mundo não sabe nada sobre Deus, exceto o que vê na vida do povo de Deus. Que tipo de Deus eles acham que você representa? Quando você para para notar o que os outros acham de você, você consegue ter uma boa ideia de como você tem representado Deus (Dicionário Bíblico Wycliffe. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2006, p.1654; Ilúmina- A Bíblia do Século XXI).

GRAÇA DOMINICAL
A Volta Para Casa
Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo ( 2 Co 5.19.

          O caminho mais famoso no mundo, é a Via Dolorosa, «a vereda da tristeza». Segundo a tradição, é a rota que Jesus percorreu do palácio de Pilatos até o Calvário. A rota está marcada por estações usadas freqüentemente pelos cristãos para suas devoções. Uma dessas estações marca a passagem do veredicto de Pilatos.
          Outra, a aparição de Simão para ajudar a levar a cruz. Duas estações recordam as quedas de Jesus e outra, as Suas palavras. No total, há quatorze estações, cada uma recordando os acontecimentos da caminhada final de Cristo. É a rota verdadeira? Provavelmente não. Quando no ano 70 d.C. e mais tarde em 135, Jerusalém foi destruída, as ruas da cidade o foram também. Como resultado, ninguém sabe exatamente qual foi a rota que Jesus seguiu naquela sexta-feira.
          Mas nós sabemos onde começa esse caminho.
          Começa não no tribunal de Pilatos, mas sim nos salões do céu. O Pai iniciou sua jornada quando deixou seu lar para vir em nossa busca. Iniciou a busca armado com nada mais que paixão para ganhar seu coração. Esse é o coração da mensagem cristã. Deus se fez homem. Nasceu em um estábulo comum, de pais comuns, mas seu propósito era extraordinário.
          Veio para nos levar ao céu. Sua morte foi um sacrifício por nossos pecados. Jesus foi nosso substituto. Ele pagou por nossos erros para que nós não tivéssemos que pagar. O desejo de Jesus foi único: trazer seus filhos de volta para casa.
          A Bíblia tem uma palavra para esta busca: reconciliação.
          A palavra grega traduzida como reconciliação quer dizer «fazer algo de uma maneira diferente». A vereda da cruz nos diz exatamente quão longe Deus iria para voltar a juntá-lo todo.
          A reconciliação torna a unir o que está separado, inverte a rebelião, reacende a paixão que se esfriou.
           A reconciliação toca o ombro do extraviado e o põe no caminho para o lar. (LUCADO, Max. Ele Escolheu Você. Rio de Janeiro: CPAD, p 9,10).

QUESTIONÁRIO LIÇÃO 6 - O MINISTÉRIO DA RECONCILIAÇÃO – 1º TRIMESTRE DE 2010 – Elaborado por Jonilson Barros Caldas

ALUNO ______________________________________________
CLASSE __________________________________ NOTA _____


1) Paulo tinha uma segurança absoluta acerca das revelações doutrinárias que havia recebido, por isso, em 2 Co 5.1 começa o texto, dizendo: “Porque sabemos”. Sobre esta confiança doutrinária, é correto afirmar:
A – Não se tratava de experiência pessoal, nem de testemunho humano, nem de intuição. Era o conhecimento que a revelação divina havia produzido em seu coração;
B – Ao falar de morte e ressurreição, Paulo não se baseava em conceitos humanistas, nem filosóficos, mas na revelação divina;
C – A certeza do lar eterno era tão real, mas os sofrimentos e ameaças de morte o intimidavam a proclamar essa verdade aos crentes;
D – Ao falar de morte e ressurreição, Paulo se baseava em conceitos humanistas e filosóficos, e não na revelação divina;
E – A certeza do lar eterno era tão real que os sofrimentos e ameaças de morte não o intimidavam, pelo contrário davam-lhe forças para proclamar essa mesma verdade aos crentes;
F – Tratava-se de uma experiência pessoal, um testemunho humano, uma intuição. Não era o conhecimento que a revelação divina havia produzido em seu coração.

2) O ministério da reconciliação consiste, fundamentalmente, na proclamação da obra expiatória do Senhor Jesus Cristo: uma demonstração de amor por nós. Sabendo-se que o amor de Cristo nos constrange e transforma, compreendemos que a grande motivação do ministério de Paulo era a presença desse amor em sua vida. Concordando com o parágrafo acima, leia as informações abaixo e coloque V para verdadeiro e F, para falso:
(     ) Conforme vemos em 2 Co 5.17, o amor de Cristo, quando aceito, crido e recebido, é o motivo supremo da transformação de nossas vidas;
(     ) Na relação rompida entre Deus e a humanidade, a remoção dos elementos que impediam a sua restauração foi realizada pela expiação;
(    ) A mensagem de reconciliação deve apresentar o perdão em seu sentido mais amplo e restaurar a relação da humanidade com Deus, de forma que esta seja amistosa e correta;
(    ) Reconciliar sugere a ideia de trocar, mudar (a inimizade está sendo trocada por relações pacíficas). Esta expressão diz respeito ao reajuntamento das pessoas que estavam separadas;
(    ) Para que a relação seja reestabelecida, não é necessário remover os fatores que ocasionaram a inimizade;
(    ) A mensagem de reconciliação não deve apresentar em seu sentido mais amplo, mas apenas restaurar a relação da humanidade com Deus.

3) Em se tratando da lição estudada, analisando cada frase de acordo com a revista, assinale a coluna B de acordo com a A:
(A) A doutrina bíblica evidencia                             (    ) o perdão em seu sentido mais amplo, e restaurar a relação da humanidade com Deus
(B) A fé dá ao crente a garantia de                      (    ) não é o Juízo Final, trata-se de um julgamento de realizações em prol da obra de Deus
(C) A expressão “nova criatura” implica em         (     ) que nossos corpos mortais serão revestidos de imortalidade, de incorruptibilidade, e que anelamos por essa transformação
(D) A mensagem de reconciliação deve apresentar    (     ) uma responsabilidade enorme:transmitir a mensagem do Evangelho em sua inteireza , sendo fiel a missão que recebemos do Senhor
(E) Como embaixadores de Deus temos              (    ) que existe um lar celestial pelo qual ele aspira e espera; um lugar que é real, e não aparente
(F) O Tribunal de Cristo, salientamos                (     ) uma nova forma de viver, na qual desaparece a vida pregressa , e os velhos costumes

4) Complete de acordo com a revista:
A mensagem da _________________ não prega o ____________, mas o ____________ do Senhor. Ela é objetiva e _______________, pois consiste em saber que _________ estava em Cristo _________________ consigo o mundo (v.19). Dessa maneira, Deus, por _________________ da obra de ______________ que seu Filho Jesus ____________ realizou no _______________, concedeu ao _______________ uma anistia total (Rm 3.24-26).

5) Relacione de acordo com a leitura diária:
(a) Ef 2.16                 (     ) A reconciliação pela fé
(b) Cl 1.20                 (     ) Vivificados mediante a reconciliação
(c) Hb 2.17                (     ) A reconciliação permite o acesso ao Pai
(d) Rm 3.22               (     ) Reconciliados com Deus pela cruz
(e) Ef 2.18                 (     ) Reconciliados pelo sangue de Jesus
(f) Ef 2.1                    (     ) Reconciliados pela expiação

Questionário elaborado por Jonilson Barros Caldas
O gabarito do questionário pode ser solicitado pelo e-mail: jonilsonb.com.br@hotmail.com
Acesse também o blog da Escola Bíblica Dominical do mesmo autor: http://questionariosebdominical.2u.blog.br/

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Pessoas Cometas

Pessoas Cometas

     Há em nossa vida, pessoas estrelas e pessoas cometas.
     Os cometas passam. Apenas são lembrados pelas datas que passam e retornam. As estrelas permanecem. O sol permanece. Passam anos e anos, milhões de anos e as estrelas permanecem. Os cometas desaparecem.
     Há muita gente cometa. Passa pela vida da gente apenas por instantes. Gente que não prende ninguém, e a ninguém se prende. Gente sem amigos. Gente que passa pela vida sem iluminar, sem aquecer, sem marcar presença.
     Há muita gente cometa, assim são muitos e muitos artistas. Brilham apenas por instantes no palco da vida. E, com a mesma rapidez com que aparecem, também desaparecem. Assim são muitos reis e rainhas de todos os tipos. Reis de nações, rainha de clubes ou de concurso de beleza. Assim são rapazes e moças que se enamoram e se deixam com maior facilidade. Assim são pessoas que vivem numa mesma família e que passam um pelo outro sem serem presença.
     O importante é ser estrela. Permanecer. Estar presente. Marcar presença. Estar juntos. Ser luz. Ser calor. Ser vida. Amigo é estrela.   Podem passar os anos, podem surgir as distâncias, mas a marca fica no coração. Coração que não quer enamorar-se de cometas que apenas atraem olhares passageiros.
     Ser cometa é não ser amigo. É ser companheiro por instantes. É explorar os sentimentos humanos. É ser aproveitador das pessoas e das situações. É fazer-se acreditar e desacreditar ao mesmo tempo.
     A solidão de muitas pessoas é consequencia de que não podem contar com ninguém. A solidão é resultado de uma vida cometa. Ninguém fica. Todos passam. Há necessidade de criar um mundo de estrelas. Todos os dias poder vê-las e senti-las. Todos os dias poder contar com elas. Todos os dias ver sua luz e sentir seu calor.
     Assim são os amigos. Estrelas na vida da gente. Pode se contar com eles. Eles são uma presença. São aragem nos momentos de tensão. São luzes nos momentos escuros. São pão nos momentos de fraqueza. São seguranças nos momentos de desânimos.
     Olhando os cometas é bom não sentir-se como eles. Nem desejar prender-se em sua cauda.
     Olhando os cometas é bom sentir-se estrela. Marcar presença. Ter vivido e construído uma história pessoal. Ter sido luz para muitos amigos. Ter sido calor para muitos corações.
     Ser estrela neste mundo passageiro, neste mundo cheio de pessoas cometas, é um desafio, mas acima de tudo uma recompensa. Ter nascido e ter vivido e não apenas existido.

Pegadas na Areia

Pegadas na Areia
Um dia eu tive um sonho...
Sonhei que estava andando na praia
com o Senhor
e no céu passavam cenas de minha vida.
Para cada cena que passava,
percebi que eram deixados dois pares
de pegadas na areia:
um era meu e o outro do Senhor.
Quando a última cena da minha vida
passou diante de nós, olhei para trás,
para as pegadas na areia,
e notei que muitas vezes,
no caminho da minha vida,
havia apenas um par de pegadas na areia.
Notei também que isso aconteceu
nos momentos mais difíceis
e angustiantes da minha vida.
Isso aborreceu-me deveras
e perguntei então ao meu Senhor:
- Senhor, tu não me disseste que,
tendo eu resolvido te seguir,
tu andarias sempre comigo,
em todo o caminho?
Contudo, notei que durante
as maiores tribulações do meu viver,
havia apenas um par de pegadas na areia.
Não compreendo por que nas horas
em que eu mais necessitava de ti,
tu me deixaste sozinho.
O Senhor me respondeu:
- Meu querido filho.
Jamais te deixaria nas horas
de prova e de sofrimento.
Quando viste na areia,
apenas um par de pegadas,
eram as minhas.
Foi exatamente aí,
que te carreguei nos braços.
Pegadas na Areia - Um dia eu tive um sonho...
Sonhei que estava andando na praia
com o Senhor
e no céu passavam cenas de minha vida.
Para cada cena que passava,
percebi que eram deixados dois pares
de pegadas na areia:
um era meu e o outro do Senhor.
Quando a última cena da minha vida
passou diante de nós, olhei para trás,
para as pegadas na areia,
e notei que muitas vezes,
no caminho da minha vida,
havia apenas um par de pegadas na areia.
Notei também que isso aconteceu
nos momentos mais difíceis
e angustiantes da minha vida.
Isso aborreceu-me deveras
e perguntei então ao meu Senhor:
- Senhor, tu não me disseste que,
tendo eu resolvido te seguir,
tu andarias sempre comigo,
em todo o caminho?
Contudo, notei que durante
as maiores tribulações do meu viver,
havia apenas um par de pegadas na areia.
Não compreendo por que nas horas
em que eu mais necessitava de ti,
tu me deixaste sozinho.
O Senhor me respondeu:
- Meu querido filho.
Jamais te deixaria nas horas
de prova e de sofrimento. 
Quando viste na areia,
apenas um par de pegadas,
eram as minhas.
Foi exatamente aí,
que te carreguei nos braços.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Tipos de Crente

TIPOS DE CRENTE

Todo conteúdo aqui contido foi retirado de outros sites, se alguma delas lhe ofender, simplesmente "leve na brincadeira", essa seção é para descontrair.
Em nossos sermões estamos muito acostumados a ouvir que Moisés era um tipo de Cristo, assim como Davi e outros personagens... e você, em que tipo você se enquadra....
crente chiclê - só mastiga a palavra, mas não engole...
crente piolho - anda pela cabeça dos outros...
crente pipoca - vive dando pulo....
crente macaco - vive pulando de igreja em igreja...
crente nômade - vive trocando de habitat...
crente passageiro - vive passeando de igreja em igreja...
crente carrapato - vive colado nos outros...
crente sanguessuga - vive sugando os bens dos irmãos...
crente urubu - vive se alimentando da carne dos irmãos... "hum... hoje vamos comer pastor à milanesa!!!!"
crente camaleão - está toda hora de mudança para se adaptar ao novo habitat...
crente 007 - esse é o agente secreto de Cristo infiltrado no submundo de Satanás...
crente iô-iô - está sempre saindo e voltando para a mão de Deus...
crente elevador - está sempre subindo e descendo na vida espiritual...
crente avestruz - vive colocando a cabeça embaixo da terra quando tem um problema....
crente leão - não se meta com ele, pois ele é o rei da igreja...
crente jacaré - tem uma boquinha...
crente papagaio - só sabe orar com no máximo usando 20 palavras...
crente pinguim - vive sempre numa geleira espiritual...
crente chuchu - não tem gosto de nada...
crente brastemp - não tem comparação... (com Cristo)
crente rubinho barrichelo - freia no fim da prova só pra deixar todo mundo passar por ele na vida espiritual...
crente pulga - tá sempre coçando a sua orelha.
crente tocha - tá toda hora queimando... "queima demônio, queima..."
crente Kiko do Chaves - esse não se mistura com a "gentalha"
crente Chapolin - você pode contar com tudo, menos com sua astúcia...
crente Balaão - enxerga espiritualmente menos que uma mula...
crente Noé - nunca as coisas são com ele, "num é comigo irmão"
crente homem-aranha - vive subindo pelas paredes por qualquer coisa...
crente 6h - sempre dependendo da oração dos irmãos: "cêis" ora por mim?"
crente aleluia glória a Deus - pastor pregando: "porque o diabo veio para matar..." e o irmão: aleluia glória a Deus
crente zagalo - os irmãos tão sempre tendo que engoli-lo
crente chacrinha- só dá abacaxi para os irmãos.
crente pão de forma - miolo mole, casca grossa, chato e quadrado
crente rexona - a Bíblia sempre debaixo do braço...argh, que cheiro de suvaco!!!
crente cabelereiro - trabalha só pra fazer a cabeça dos outros...
crente penta - ainda pensa que Deus é 5: Deus Pai, Deus Filho, Deus Espírito Santo, Maria, Santo Antônio
crente rivaldo- se acha o bom e injustiçado!
crente urso - no inverno, fica hibernando.
crente açúcar - se sair com chuva, derrete.
crente quiabo - vive escorregando.
crente borboleta - que anda de igreja em igreja.
crente ôba-ôba - “tudo é festa”.
crente carrinho-de-mão - alguém tem que empurrá-lo até a igreja.
crente gelinho - cheio dos “não me toques!”
crente florzinha de Jesus - qualquer coisa, sai da igreja.
crente gabriela - “eu nasci assim, eu cresci assim, e eu sou assim, vou ser sempre assim, gabrieela...”
crente machado - qualquer ideia, ele já corta.
crente bule - de “pô café” (pouca fé).
crente escoteiro - só vai em acampamento.
crente rocambole - enrolado...
crente kodak - vive de revelação.
crente enxada - quando o pastor está pregando, ele diz: “é prá mim!”
crente pá - quando o pastor está pregando, ele diz: “é pá ele!”
crente aleluia - só diz aleluia na hora errada.
crente celular - só vive desligado ou fora de área.
crente avião - vive nas nuvens.
crente foguete - vive no mundo da lua.
crente alice no país das maravilhas - vive sonhando. acorda, alice!
crente trailler - alguém tem que puxá-lo até à igreja.
crente churrasco - passa o culto inteiro só na carne.
crente gambá - fé de mais
crente girafa - corpo na igreja e cabeça lá fora.
crente sabonete - não da pra segurar.
crente toalha nova - não absorve nada!...
crente jornal - a sua vida é noticia toda hora...
crente faz tudo - ele faz de tudo pra viver atrapalhando...
crente raimundo - um pé na igreja e o outro no mundo...
crente andorinha - hoje esta na sua igreja amanhã já esta na minha...

domingo, 31 de janeiro de 2010

A Pedra no Caminho

A PEDRA NO CAMINHO 
    
     Conta-se que um rei que viveu num país além-mar, há muito tempo, era muito sábio e não poupava esforços para ensinar bons hábitos a seu povo.
Frequentemente fazia coisas que pareciam estranhas e inúteis; mas tudo que fazia era para ensinar o povo a ser trabalhador e cauteloso.
     “Nada de bom pode vir a uma nação” – dizia ele – “cujo povo reclama e espera que outros resolvam seus problemas. Deus dá as coisas boas da vida a quem lida com os problemas por conta própria”.
     Uma noite, enquanto todos dormiam, ele pôs uma enorme pedra na estrada que passava pelo palácio. Depois foi se esconder atrás de uma cerca, e esperou para ver o que aconteceria.
Primeiro veio um fazendeiro com uma carroça carregada de sementes que levava para a moagem na usina.
     “Quem já viu tamanho descuido?” Disse ele contrariado, enquanto desviava sua carroça e contornava a pedra.
“Por que esses preguiçosos não mandam retirar essa pedra da estrada?”
     E continuou reclamando da inutilidade dos outros, mas sem ao menos tocar, ele próprio, na pedra.
Logo depois, um jovem soldado veio cantando pela estrada. A longa pluma de seu quepe ondulava na brisa, e uma espada reluzente pendia da sua cintura.
     Ele pensava na maravilhosa coragem que mostraria na guerra e não viu a pedra, mas tropeçou nela e se estatelou no chão poeirento.
     Ergueu-se, sacudiu a poeira da roupa, pegou a espada e enfureceu-se com os preguiçosos que insensatamente haviam largado aquela pedra imensa na estrada.
Então, ele também se afastou sem pensar uma única vez que ele próprio poderia retirar a pedra.
E assim correu o dia...
     Todos que por ali passavam reclamavam e resmungavam por causa da pedra no meio da estrada, mas ninguém a tocava.
Finalmente, ao cair da noite, a filha do moleiro por lá passou. Era muito trabalhadora e estava cansada, pois desde cedo andava ocupada no moinho, mas disse a si mesma: “Já está escurecendo, alguém pode tropeçar nesta pedra e se ferir gravemente. Vou tirá-la do caminho”. E tentou arrastar dali a pedra. Era muito pesada, mas a moça empurrou, e empurrou, e puxou, e inclinou, até que conseguiu retirá-la do lugar.
     Para sua surpresa, encontrou uma caixa debaixo da pedra. Ergueu-a. Era pesada, pois estava cheia de alguma coisa. Havia na tampa os seguintes dizeres: “Esta caixa pertence a quem retirar a pedra”.
     Ela a abriu e descobriu que estava cheia de ouro.
O rei então apareceu e disse com carinho: “Minha filha, com frequência encontramos obstáculos e fardos no caminho. Podemos reclamar em alto e bom som enquanto nos desviamos deles, se assim preferimos; ou podemos erguê-los e descobrir o que eles significam. A decepção, normalmente, é o preço da preguiça”.
Então, o sábio rei montou em seu cavalo e, com um delicado boa noite, retirou-se. (Autor Desconhecido).

Pacote de Bolachas

PACOTE DE BOLACHAS

          Uma moça estava a espera de seu voo, na sala de embarque de um grande aeroporto e como ela deveria esperar por muitas horas, resolveu comprar um livro para passar o tempo. Comprou, também, um pacote de bolachas e sentou-se numa poltrona, na sala Vip do aeroporto, para que pudesse descansar e ler em paz.
          Ao lado da poltrona onde estava o saco de bolachas sentou-se um homem, que abriu uma revista e começou a ler.
          Quando ela pegou a primeira bolacha, o homem também pegou uma. Sentiu-se indignada mas não disse nada. Apenas pensou: “Mas que cara de pau ! Se eu estivesse mais disposta, lhe daria um soco no olho, para que ele nunca mais esquecesse desse atrevimento !! “
          A cada bolacha que ela pegava , o homem também pegava uma. Aquilo a foi deixando indignada, mas não conseguia reagir.
          Quando restava apenas uma bolacha, ela pensou: “ah... o que esse abusado vai fazer agora ? ”
          Então, o homem dividiu a última bolacha ao meio, deixando a outra metade para ela.
          Ah!! Aquilo era demais !! Ela estava bufando de raiva !! Então, ela pegou seu livro e suas coisas e se dirigiu ao local de embarque. Quando ela se sentou, confortavelmente, numa poltrona, já no interior do avião, olhou dentro da bolsa para pegar alguma coisa; e, para sua surpresa, o seu pacote de bolachas estava lá, ainda intacto, fechadinho !!!
          Ela sentiu tanta vergonha ! Ela percebeu que a errada era ela... Ela havia se esquecido que suas bolachas estavam guardadas em sua bolsa. O homem havia dividido as bolachas dele sem se sentir indignado, nervoso ou revoltado. Enquanto ela tinha ficado muito transtornada, pensando estar dividindo a dela com ele. E já não havia mais tempo para se explicar .. nem pedir desculpas !!”
          Quantas vezes, em nossa vida, nós é que estamos comendo a “bolacha” dos outros, e não temos consciência disso !
          Antes de concluir, observe melhor! Talvez as coisas não sejam exatamente como pensa !  Não pense o que não sabe sobre as pessoas.
           Existem 4 coisas que não se recuperam ...

  • a pedra ... depois de atirada!!

  • a palavra ... depois de proferida !

  • a ocasião ... depois de perdida !!

  • e o tempo ... depois de passado !!
Pensem nisso...
Com carinho !

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Tesouro em Vasos de Barro

LIÇÃO 5 - TESOURO EM VASOS DE BARRO

TEXTO ÁUREO
"Temos, porém, esse tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós" (2 Co 4.7).

VERDADE PRÁTICA
Embora sejamos frágeis, Deus nos usa para proclamar as Boas Novas e dá-nos poder para realizarmos sua obra.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

2 Coríntios 4.7-12
7 - Temos, porém, esse tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós.
8 - Em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desanimados;
9 - perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos;
10 - trazendo sempre por toda parte a mortificação do Senhor Jesus no nosso corpo, para que a vida de Jesus se manifeste também em nossos corpos.
11 - E assim nós, que vivemos, estamos sempre entregues à morte por amor de Jesus, para que a vida de Jesus se manifeste também em nossa carne mortal.
12 - De maneira que em nós opera a morte, mas em vós, a vida.

SUBSÍDIO PARA TESOURO EM VASOS DE BARRO

                                    Reconhece suas fragilidades (Is 6.5)
                                    Útil para o Senhor (2 Tm 2.11)
                                    Supera os sofrimentos
"VASO DE BARRO"         Anuncia as Boas Novas (Is 6.8)
                                    Guarda em seu interior um tesouro
                                    Conhecido por seus bons frutos (Mt 7.17-20)

Palavra Chave:Vaso - Utensílio geralmente de barro, frágil e barato, muito utilizado no século I para conter substâncias líquidas ou sólidas.

     A Nova Aliança de Deus introjeta o evangelho com poder dinâmico, transformador (2 Co 3). Por conseguinte, Paulo nem esmorece nem confia em qualquer outra coisa, exceção feita à luz que irradia da própria mensagem do evangelho (2 Co 4.1-6). Muito embora se sinta pouco mais do que um vaso de barro, fraco e vulnerável, esse vaso abriga os maiores tesouros de Deus. Paulo jamais deixou de acreditar muito apesar das dificuldades e reveses vivenciados em seu ministério. Conhecendo a Deus em Cristo, ele confia não somente em seu destino eterno, mas também no destino dos crentes de Corinto (vv.13-15). Paulo não desanima, pois mantém seus olhos fixos nas verdades eternas que, muito embora não sejam visíveis, podem ser experimentadas, e não nos aborrecimentos temporários e nas tribulações momentâneas que marcam a vida na terra (vv. 16-18).
     Pela manifestação da verdade (2 Co 4.1-2). Não hesite em deixar claro se você não for tão habilidoso ou talentoso ou ainda tão culto quanto os outros. O importante é a mensagem, não o mensageiro.
     Pregadores, ensinadores e qualquer pessoa que fale a respeito de Jesus Cristo devem se lembrar de que estão na presença de Deus – Ele ouve cada palavra. Quando você fala a respeito de Cristo para as pessoas, deve ter cuidado para não distorcer a mensagem a fim de agradar a seu público. Proclame a verdade da Palavra de Deus.
     O Evangelho encoberto (2 Co 4.3-4). Não se recrimine se os outros rejeitarem a apresentação clara do evangelho. Satanás “cegou o entendimento” dos incrédulos. Não temos condições de afirmar como isso acontece, mas o título de “deus deste século” implica dizer que os cidadãos deste mundo estão dispostos a se submeter e a seguir os caminhos de Satanás.
     As Boas Novas são reveladas a todos, exceto àqueles que se recusam a crer. Satanás é “o deus deste século”. Seu trabalho é enganar, e ele cegou aqueles que não crêem em Cristo (cf. 2 Co 11.14,15). O amor ao dinheiro, ao poder e ao prazer cega as pessoas para a luz do evangelho de Cristo. Aqueles que rejeitam a Cristo e preferem suas próprias ocupações inconscientemente fizeram de Satanás o seu deus.
     Este século (2 Co 4.4). Esta frase temporal aparece de várias formas diferentes (por exemplo: “no presente século”, Tito 2.12, “deste mundo perverso”, em Gálatas 1.4). Este século está longe da perfeição, pois as forças espirituais do mal estão armadas contra o evangelho. Não obstante, até mesmo nestas trevas a luz do Evangelho resplandece.
     “Não pregamos a nós mesmos” (2 Co 4.5). O enfoque da pregação de Paulo era Cristo, e não ele próprio. Ao testemunhar, fale às pessoas a respeito daquilo que Cristo fez, e não sobre suas próprias habilidades e realizações. As pessoas devem ser levadas a Jesus, não a você. E se você ouvir alguém pregando sobre si mesmo ou suas próprias ideias em vez de Cristo, tenha cuidado – saiba que se trata de um falso pregador.
     A preciosa mensagem da salvação em Jesus Cristo, que tem um valor supremo, foi confiada por Deus a seres humanos frágeis e falíveis. O enfoque de Paulo, porém, não estava no recipiente perecível, mas em seu conteúdo de valor inestimável – no poder de Deus que habita em nós. Mesmo sendo fracos, Deus nos usa para transmitir suas Boas Novas e nos dá poder para fazer a sua obra. Saber que o poder é de Deus, e não nosso, deve nos afastar do orgulho e nos motivar a manter nosso contato diário com Ele, nossa fonte de poder. Nossa responsabilidade é deixar que as pessoas vejam Deus por nosso intermédio.
     Tesouro em vasos de barro (2 Co 4.7). Vasos de cerâmica, para cozimento..., eram encontrados em todas as cozinhas das casas do século primeiro. Os vasos de barro eram os objetos menos valorizados pela dona de casa. Quebravam-se com facilidade e eram baratos, de fácil reposição. Por outro lado, os vasos de metal ou de vidro eram caros e muito provavelmente, colocados em exposição. Paulo se via como um vaso de barro. O importante é o ministério e a mensagem que transmitia ao mundo. Muitas vezes, no Oriente, os tesouros são escondidos em vasos de barro para protegê-los da umidade (cf. Jr 32.14). O apóstolo não queria estar em evidência, como se ele ou qualquer outro servo de Deus é que fossem importantes. Aqui se refere ao poder do Espírito Santo por meio da luz do evangelho em nosso corpo. A ênfase está na diferença entre um vaso frágil de barro e o inestimável tesouro do poder que está nele. Assim também hoje, o Espírito que habita em nós e o evangelho que partilhamos merecem prioridade.
     O cristão é um “vaso de barro” que, às vezes, passa por tristezas, lágrimas, aflições, perplexidades, fraquezas e temores (cf. 2 Co 1.4,8,9; 7.5). Mas o cristão não é derrotado por causa do “tesouro” celestial que nele está. O cristianismo não é a eliminação da fraqueza, nem meramente a manifestação do poder divino através da fraqueza humana (2 Co 12.9). Isto significa (1) que em toda aflição podemos ser mais do que vencedores mediante o poder e o amor de Deus (Rm 8.37), e (2) que nossas fraquezas, aflições e sofrimentos, nos tornam totalmente receptivos à graça abundante de Cristo, e permitem que a sua vida seja manifesta em nossos corpos (vv. 8-11; cf. 2 Co 12.7-10).
      Sujeito à morte (2 Co 4.7-12). Neste mundo perverso, a vida ministerial de uma pessoa não é fácil. Enquanto a grande maioria está cega para o Evangelho, os crentes são imaturos e antagônicos. A vida ministerial é dolorosa, com muita pressão e sofrimento.
Paulo nos lembra que, embora, às vezes, possa parecer que estamos sendo quase vencidos, nunca devemos perder a esperança. Nosso corpo perecível está sujeito a pecar e sofrer, mas Deus nunca nos abandona. Por Cristo ter vencido a morte, temos a vida eterna. Todos os nossos riscos, humilhações e provas são oportunidades de Cristo demonstrar seu poder e sua presença em nós e por nós.
     Paulo enfrentou sofrimentos, aflições e angústia ao pregar o evangelho. Mas sabia que um dia isso terminaria e que ele obteria o descanso e as recompensas de Deus. Quando enfrentamos grandes dificuldades, é fácil enfocarmos a dor em vez de nossa meta final. Da mesma maneira que os atletas se concentram na linha de chegada e ignoram seu desconforto, nós também devemos enfocar a recompensa por nossa fé e a alegria que dura para sempre.Não importa o que nos aconteça nesta vida, temos a garantia da vida eterna, quando todo o sofrimento e toda tristeza desaparecerá (Is 35.10).
     Com os olhos fixos no eterno (2 Co 4.16). O que capacita Paulo a ministrar de maneira tão otimista é a sua firme convicção de que as coisas que se veem são temporais. Alguém se deleitaria em fazer a vida de Paulo infeliz? Continuam eles a abordar questões sem qualquer discernimento espiritual? Sim, mas isso é temporário. Paulo olha além, em direção à fidelidade de Deus e permanece confiante de que o Espírito de Deus haverá de transformar o imaturo e glorificá-lo até mesmo nessa companhia carnal.
     É fácil desfalecer e desistir. Todos nós enfrentamos problemas em nossos relacionamentos ou em nosso trabalho que nos levam a pensar em parar. Em vez de desistir ao ser alcançado pela perseguição, Paulo concentrou-se em sua força interior, que vinha do Espírito Santo (Ef 3.16). Não deixe que a fadiga, a dor ou a crítica lhe forcem a abandonar a obra de Deus. Renove seu compromisso de servir a Cristo. Não abandone sua recompensa eterna por causa da intensidade da dor que você está sentindo hoje. É a sua fraqueza que permite que o poder da ressurreição de Cristo lhe fortaleça a cada momento.
     Nossa maior esperança quando estamos experimentando uma enfermidade terrível, perseguição ou dor é a certeza de que esta vida não é tudo o que há – existe vida após a morte! Saber que viveremos para sempre com Deus em um lugar sem pecado e sofrimento pode nos ajudar a viver acima da dor que enfrentamos nesta vida... Quando alcançarmos a nossa herança no céu, poderemos dizer que as tribulações mais severas não eram nada em comparação com a glória do estado eterno. Não devemos, portanto, desesperar-nos, perder a esperança, nem deixar nossa fé diminuir, em meio aos nossos problemas. (Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. Rio de Janeiro, CPAD, 2004, pp. 1615-16; Bíblia de Estudo Dake. Rio de Janeiro, CPAD, Editora Atos, 2009, pp.1856; Bíblia de Estudo Pentecostal. Rio de Janeiro, CPAD, 1995, pp. 1774; RICHARDS, Lawrence O. Guia do Leitor da Bíblia. Rio de Janeiro, CPAD, 2005, pp.777).

GRAÇA DOMINICAL
Uma Pequena Semente, Uma Pequena Ação
Porque quem despreza o dia das coisas pequenas? Pois esse se alegrará. Zacarias 4.10

          Contra um gigante imenso, um cascalho de ribeiro parece ineficaz. Mas Deus o usou para derrubar Golias. Comparadas com os dízimos dos ricos, as moedas da viúva parecem insignificantes. Mas Jesus as usou para nos inspirar...
          Moisés tinha uma vara.
          Davi tinha uma funda.
          Sansão tinha uma queixada.
          Raabe tinha uma corda.
          Maria tinha um pouco de unguento.
          Dorcas tinha uma agulha.
          Todos foram usados por Deus.
          O que é que nós temos?
          Deus habita a pequena semente, capacita a pequena ação... Não despreze a pequenez das suas ações. (LUCADO, Max. Graça para o Momento- Vol. II. 1ª Ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2008, p 393).
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QUESTIONÁRIO LIÇÃO 5 – TESOURO EM VASOS DE BARRO – 1º TRIMESTRE 2010 –Elaborado por Jonilson Barros Caldas
ALUNO ______________________________________
CLASSE ____________________________ NOTA ___

1) Paulo declara que a misericórdia divina foi o dom imerecido que tornou possível ao seu ministério revelar a nova aliança como superior à luz do esplendor de Moisés (2 Co 3.6-18).Tomando como base a informação acima, sabendo-se que somente uma afirmação abaixo é verdadeira, é correto afirmar:
a - O apóstolo não estava fazendo comparações de seu ministério com o de Moisés, mas sentia-se privilegiado pelo Senhor de trazer à tona o que estava encoberto. Esse privilégio deu-lhe conta de sua própria indignidade;
b - O apóstolo estava fazendo comparações de seu ministério com o de Moisés, mas sentia-se privilegiado pelo Senhor de trazer à tona o que estava encoberto. Esse privilégio deu-lhe conta de sua própria indignidade;
c - O apóstolo não estava fazendo comparações de seu ministério com o de Moisés, mas sentia-se privilegiado e digno pelo fato de o Senhor usá-lo para trazer à tona o que estava encoberto;
d - O apóstolo estava fazendo comparações de seu ministério com o de Moisés, e sentia-se privilegiado e digno pelo fato de o Senhor usá-lo para trazer à tona o que estava encoberto;
e - O apóstolo estava fazendo comparações de seu ministério com o de Moisés, sentindo-se digno por produzir bons frutos em prol do Evangelho;
f- O apóstolo não estava fazendo comparações de seu ministério com o de Moisés, nem reconhecendo suas fragilidades, buscando apenas anunciar as Boas Novas.

2) Coloque V para verdadeiro e F para falso:
a (    ) Em 2 aos Coríntios 4.4, Paulo chama Satanás de “deus deste século”, a fim de mostrar que o opositor rege o pensamento predominante no mundo;
b (    ) Paulo revela as causas que o sustentaram em meio aos sofrimentos durante o seu ministério, as quais são: amor à obra, confiança na ressurreição e gozo eterno;
c (    ) Paulo se coloca como um “vaso de barro”, pequeno e frágil, porém capaz de guardar um tesouro indestrutível;
d (    ) Os cristãos judaizantes acusavam, opositores de Paulo, acusavam-no de haver distorcido a mensagem, todavia, o apóstolo não defende-se , por não ter argumento;
e (    ) Os que rejeitam o Evangelho põem-se sob o poder das trevas, que os impede de conhecer o Senhor Jesus Cristo;
f (    ) Paulo se coloca como um “vaso de barro”, pequeno e frágil, sentindo-se incapaz de guardar um tesouro indestrutível.

3) Paulo apresenta o conteúdo dos vasos de barro (2 Co 4.1-6), onde prossegue na defesa de seu apostolado e, ao usar a figura do “vaso de barro”, indica a debilidade e a pequenez de tal utensílio diante de sua riqueza interior. Tomando-se como base o texto em estudo, considere as afirmações abaixo:
a – Isso só era possível porque o poder de Deus o capacitava a ser digno a guardar o glorioso tesouro;
b- Naqueles dias, surgiam pregadores que falavam como meros profissionais, sem nenhum compromisso com a veracidade daquilo que pregavam. Paulo surge com uma mensagem de esperança e, agindo como bom mestre, declara que o conteúdo de seu ensino não é falsificado;
c - Seus oponentes acusavam-nos de que havia conteúdos adulterados e falsos em seus discursos, no entanto, Paulo refuta essa acusação, afirmando que a mensagem que ele e seus companheiros anunciavam era genuína e verdadeira.
d - Os cristãos judaizantes, opositores de Paulo, acusavam-no de haver distorcido a mensagem, todavia, o apóstolo defende-se com os seguintes argumentos: o que pregava era algo revelado, a Palavra de Deus, a verdade do Evangelho, as Boas Novas;
e - Em vez de a mensagem de salvação ser revelada mediante uma demonstração sobrenatural, a glória do Evangelho é manifesta através de homens frágeis - vasos de barro. Deus tem poder sobre o barro e sobre os vasos; Ele é o Oleiro;
f - Quando falamos de "vasos de barro", referimo-nos à fragilidade e à pequenez de nossos corpos ilustradas pelo apóstolo Paulo. Enquanto temos vida física, Deus dignifica-nos a sermos guardiões de um valiosíssimo tesouro - o Evangelho.
Agora marque a opção correta:
I- Todas as afirmações são verdadeiras;
II- Todas as afirmações são falsas;
III- somente as afirmações a, c, d são verdadeiras;
IV- Todas as afirmações são verdadeiras, exceto c;
V- Somente a, d, e são verdadeiras;
VII – As afirmações a,b,c são verdadeiras e as demais falsas.

4) Relacione de acordo com a leitura diária:
(a) Is 45.9      (    ) O vaso do oleiro
(b) Is 64.8       (    ) Vasos para honra
(c) Jr 18.6       (    ) Um vaso escolhido
(d) Rm 9.21    (    ) Vasos utilizados na obra de Deus
(e) At 9.15      (    ) Cacos de barro
(f) Co 4.5       (    ) Barro nas mãos do oleiro

5) Complete de acordo com a revista:
A ___________________ que dominava o _________________ de Paulo - e que não se restringe somente a ele, mas abrange todos os _________________ em Cristo - era a ____________________ do corpo __________________.
Ainda que tenha _____________________ a morte muitas vezes, o _______________ do apóstolo não ___________________. Por isso, ele diz que, _____________________, nossos corpos físicos se__________________, mas a ___________________da ________________garante a vida_________________.

Questionário elaborado por Jonilson Barros Caldas
O gabarito do questionário pode ser solicitado pelo e-mail: jonilsonb.com.br@hotmail.com
Acesse também o blog da Escola Bíblica Dominical do mesmo autor: http://questionariosebdominical.2u.blog.br/

A Glória das Duas Alianças

LIÇÃO 4 - A GLÓRIA DAS DUAS ALIANÇAS – 1º TRIMESTRE DE 2010

TEXTO ÁUREO
"Porque, se o que era transitório foi para glória, muito mais é em glória o que permanece" (2 Co 3.11).

VERDADE PRÁTICA
A glória da Antiga Aliança desvaneceu ante a glória superior da Aliança revelada em Cristo Jesus.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

2 CORÍNTIOS 3.1-11
1 - Porventura, começamos outra vez a louvar-nos a nós mesmos? Ou necessitamos, como alguns, de cartas de recomendação para vós ou de recomendação de vós?
2 - Vós sois a nossa carta, escrita em nossos corações, conhecida e lida por todos os homens,
3 - porque já é manifesto que vós sois a carta de Cristo, ministrada por nós e escrita não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas nas tábuas de carne do coração.
4 - E é por Cristo que temos tal confiança em Deus;
5 - não que sejamos capazes, por nós, de pensar alguma coisa, como de nós mesmos; mas a nossa capacidade vem de Deus,
6 - o qual nos fez também capazes de ser ministros dum Novo Testamento, não da letra, mas do Espírito; porque a letra mata, e o Espírito vivifica.
7 - E, se o ministério da morte, gravado com letras em pedras, veio em glória, de maneira que os filhos de Israel não podiam fitar os olhos na face de Moisés, por causa da glória do seu rosto, a qual era transitória,
8 - como não será de maior glória o ministério do Espírito?
9 - Porque, se o ministério da condenação foi glorioso, muito mais excederá em glória o ministério da justiça.
10 - Porque também o que foi glorificado, nesta parte, não foi glorificado, por causa desta excelente glória.
11 - Porque, se o que era transitório foi para glória, muito mais é em glória o que permanece.

SUBSÍDIO PARA A GLÓRIA DAS DUAS ALIANÇAS

Palavra Chave: NOVA ALIANÇA - Providência divina pela qual Deus estabeleceu um novo relacionamento de responsabilidade entre Si mesmo e o seu povo.

     Paulo apresenta uma premissa fundamental ao seu conceito de ministério: a Nova Aliança. O apóstolo não precisa de carta de recomendação para demonstrar sua chamada apostólica. A transformação operada por Deus no interior dos coríntios transformaram-nos em cartas vivas, prova da qualidade do serviço de Paulo na nova aliança (2 Co 3.1-6). A seguir, o autor compara o ministério da nova com a antiga aliança (vv. 7-18). A antiga aliança, administrada por Moisés, não proporcionava qualquer transformação interior. Essa assertiva é ilustrada pelo próprio Moisés, pois, ao deixar a presença de Deus, colocou um véu sobre a sua face de sorte que o povo não conseguia perceber que o esplendor que a presença de Deus lhe conferira se desvanecia. Por outro lado, porque o Espírito de Deus agora vive no crente, um processo de transformação passa a ocorrer. A transformação, marcada por uma crescente reflexão na vida do crente sobre o próprio esplendor de Cristo, é a marca do ministério da Nova Aliança.
     Cartas de recomendação (2 Co 3.1-3). Mestres itinerantes da igreja primitiva tinham por característica levar cartas de recomendação (cf. At 18.27). Os inimigos de Paulo aparentemente atacavam sua credibilidade ao indagarem: Onde estão as suas cartas?
     Cartas de Cristo ( 2 Co 3.3). Todo verdadeiro crente é uma carta aberta de Cristo, pois sua vida refletirá a obra de Deus em sua personalidade. Desde que Paulo conduziu muitos coríntios a Cristo, estes são cartas que testificam seu ministério, competência e chamado.
     Antiga versus Nova Aliança (2 Co 3.7-11). Paulo sabe que a Lei do Antigo Testamento não tem como produzir justiça. O Evangelho, no entanto, cumprindo a promessa de Deus através de Jeremias, de um Novo Concerto, pode produzir justiça (2 Co 3.9).
     A Lei era gloriosa, porque tinha a sua origem em Deus, apesar de seu caráter temporário e inadequado. A Nova Aliança, entretanto, é muito mais excelente!
     A Nova Aliança. As alianças bíblicas explicam com detalhe o que Deus irá fazer. A aliança é o pronunciamento de Deus: “Eu farei”. Todavia, o cumprimento das promessas geralmente se posiciona muito à frente no tempo. Uma aliança é diferente, porque define como Deus se envolvia com os crentes do Antigo Testamento enquanto aguardava pelo final da história. Essa aliança era a Aliança da lei, já a Nova, que torna a Lei mosaica irrelevante, orienta Israel em como se comportar. Especifica as bênçãos aos israelitas que obedecem à Lei de Deus e as punições aos que a desobedecerem.
     Por outro lado, sob a Nova Aliança, “Na mente lhes imprimirei as minhas leis, também no coração lhas inscreverei” (Jr 31.33). Em outras palavras, sob a égide da Nova Aliança, Deus promete aos crentes a transformação interior; os crentes saberão que Deus, de maneira pessoal, perdoará seus pecados que, por sua vez, responderão aos anseios interiores do coração de Deus.
Jeremias anuncia que essa Nova Aliança deve ser feita com “a casa de Israel”, isto é, os judeus (Jr 31.31). A aliança em si mesmo aguarda com expectativa o momento da chegada do Messias para a conversão nacional. Em seguida, todos os benefícios descritos por Jeremias estarão disponíveis a esse povo que, finalmente, será reconhecido e conhecerá o seu Redentor.
     Jeremias prevê uma Nova Aliança e descreve o que deverá acontecer quando as promessas decorrentes forem cumpridas. Jesus identifica a sua morte na cruz com a instituição da Nova Aliança (Mt 26.28; 1 Co 11.25). Ademais, o cumprimento das promessas da Nova Aliança, feitas por Jesus ao se deixar sacrificar, está aguardando o final da história. Entretanto, há ainda uma outra característica única desta aliança. Seus benefícios são experimentados hoje pelos que depositam sua confiança em Cristo, o Messias prometido no Antigo Testamento. É como se alguém depositasse US$ 1,0 bilhão em sua conta bancária para ser seu, depois de 25 anos. O principal da aplicação vai permanecer intocável até a data do vencimento, mas, o depositante deixa claro que você pode usufruir os juros imediatamente! Neste sentido, Hebreus 10.16-17 aplica as promessas centrais da Nova Aliança aos crentes de hoje. Deus perdoa os pecados dos que crêem em Jesus agora, quando sua obra transformadora tem início no coração de todo crente.  Na Nova Aliança, através da fé em Cristo, usufruímos o relacionamento com Deus.
     Nossa esperança (2 Co 3.12). Nossa esperança repousa na experiência de uma transformação progressiva, pois a Nova Aliança de fato produz justiça em nossas vidas. Isso nos proporciona muita ousadia. Não mais precisamos fingir que somos perfeitos. Podemos ser honestos com os outros que verão nossas imperfeições e falhas. Por outro lado, porque Deus está agindo em nós, também verão a face de Jesus à medida que Ele realiza mudanças interiores. É a esperança, a expectativa segura de que Deus está nos transformando a partir do interior, que nos liberta para sermos autênticos.
     Mas os sentidos deles se embotaram (2 Co 3.12-15). O véu usado por Moisés para encobrir a glória que resplandecia em seu rosto, depois de momentos de privacidade com Deus (Ex 34.29-35), funcionou de duas maneiras: ocultou a face de Moisés e também escondeu verdades fundamentais do relacionamento com Deus. O perigo de nos escondermos dos outros é que, no processo, os mantemos ignorantes sobre o Deus que está agindo em nós. De maneira simbólica, Paulo afirma que o véu ainda se detém sobre o Antigo Testamento ocultando dos seguidores de Moisés seu verdadeiro significado.
     A transformação (2 Co 3.18). O compromisso de Deus é fazer com que os que Nele crêem sejam semelhantes a Jesus. Isso nos é ensinado repetidas vezes no Novo Testamento (cf. Rm 8.29; 1 Co 15.49-54; Cl 3.10; 1 Jo 3.2). A realização plena desse compromisso se aperfeiçoará em nossa ressurreição. No entanto, segundo indica esse versículo, o Espírito Santo age dentro de nós agora mesmo, fortalecendo um processo gradual de transformação de nossos caracteres morais em algo semelhante ao do Senhor. Através dessa mudança gradativa, mas concreta, que opera em nós, outros têm a possibilidade hoje em dia de verem o rosto de Jesus.
     O Espírito Santo (2 Co 3.17-18). O Espírito Santo tem uma série de ministérios sobre os crentes: batismo, confirmação, plenitude, dons espirituais. O Espírito guia os crentes, fortalecendo-os para uma vida santa. Assim, podemos perceber que Ele opera em nós uma transformação moral progressiva à medida que somos obedientes e sensíveis ao Senhor. Essa transformação é demonstrada no caráter e personalidade, ao produzir o fruto do amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio (Gl 5.22-23).( RICHARDS, Lawrence O. Guia do Leitor da Bíblia. Rio de Janeiro, CPAD,2005, pp.466, 776).

GRAÇA DOMINICAL
O Cordeiro de Deus
Desde a hora sexta, houve trevas sobre toda a terra, até à hora nona (Mt 27.45).
      É claro que o céu está escuro; as pessoas estão matando a Luz do Mundo.
     O universo se entristece. Deus disse que isso aconteceria. “E sucederá que, naquele dia... farei que o sol se ponha ao meio-dia e a terra se entenebreça em dia de luz... e farei que isso seja como luto de filho único e o seu fim como dia de amarguras” (Am 8.910).
     O céu chora. E um cordeiro bali. Lembra-se da hora do brado? “E, perto da hora nona, exclamou Jesus em alta voz”. A hora nona, três hora da tarde, era a hora do sacrifício no Templo. Menos de um quilômetro e meio para o leste, um sacerdote com vestes caras conduz um cordeiro para o matadouro, sem saber que o seu trabalho é inútil. O céu não está olhando para o cordeiro do homem, mas para “o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (Jo 1.29). (LUCADO, Max. Graça para o Momento- Vol. II. 1ª Ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2008, pp. 282).

QUESTIONÁRIO LIÇÃO 4 – A GLÓRIA DAS DUAS ALIANÇAS – 1º TRIMESTRE 2010 – Elaborado por Jonilson Barros Caldas
ALUNO ______________________________________________
CLASSE __________________________________ NOTA _____

1) Fazendo-se uma comparação entre a Nova e a Velha Aliança, embora sabemos que os dois pactos são provenientes de Deus, percebe-se que há muitas diferenças entre estes dois concertos.Baseando-se nas afirmações abaixo, coloque N para as que se referem à Nova Aliança, e V, à Velha Aliança:
(     ) Lei escrita em tábua de pedra, pelo próprio Deus;
(     ) Deus a escreveu no coração do seu povo;
(     ) É superior, porque veio mediante a pessoa de Jesus Cristo;
(     )Tinha em seu conteúdo a sentença de morte;
(     ) É do “Espírito”, e ministrada por Ele;
(     ) Era de condenação;
(     ) Veio por Moisés;
(     ) É um ministério de justiça, o qual vivifica e é permanente;
(     ) Veio por Cristo.

2) Coloque V para verdadeiro e F para falso:
(     ) Era hábito dos judeus que viajavam com frequencia levarem cartas de recomendação, para que assim, ao chegar a lugares onde não eram conhecidos pudessem ser hospedados durante o período em que ali estivessem;
(     ) O Novo Pacto demonstrou outra característica da glória de Deus, o seu poder misericordioso para salvar e dar vida;
(     )A glória da Nova Aliança era passageira porque trazia à tona a realidade do pecado, sua maldição e condenação;
(     ) A glória da Nova Aliança manifestou-se descoberta, sem véu , porque Cristo a revelou no Calvário;
(     ) O pai espiritual da comunidade cristã de Corinto era Paulo, não havendo necessidade de qualquer carta de recomendação vinda de Jerusalém
(     ) A glória do Segundo Concerto revelou o ministério da morte, porque condenava e amaldiçoava todo aquele que não cumpria a Lei.

3) Havia um conhecimento da parte dos coríntios acerca de Paulo, que substituía qualquer documento comprobatório de seu apostolado. Paulo fundara aquela igreja:
a – Durante o outono do ano 50 d.C., permanecendo na cidade, inicialmente, por 18 meses;
b - Durante o outono do ano 50 d.C., permanecendo na cidade, inicialmente, por 2 anos;
c - Durante a primavera do ano 50 d.C., permanecendo na cidade, inicialmente, por 2 anos;
d - Durante a primavera do ano 50 d.C., permanecendo na cidade, inicialmente, por 18 meses;
e - Durante o verão do ano 50 d.C., permanecendo na cidade, inicialmente, por 18 meses;
f - Durante o inverno do ano 50 d.C., permanecendo na cidade, inicialmente, por 18 meses.

4) Relacione de acordo com a leitura diária da revista:
(a) Jr 31.33      (    ) Jesus, o Mediador de uma nova aliança
(b) Mt 26.28    (    ) Uma aliança perpétua
(c) Hb 12.24    (    ) Uma aliança com a casa de Israel
(d) Is 55.3       (    ) Uma aliança de sangue
(e) Hb 13.20   (    ) Dois concertos
(f) Gl 4.24-26  (    ) O sangue da nova aliança

5)Complete de acordo com a revista:
Hoje, a ______________ que reflete em nossa _____________ não é a dos rostos, mas é aquela glória ____________, que reflete a __________________ na semelhança de _________________, de forma gradual, de ___________ em glória, mediante a __________________ do Espírito de _________________ em cada um de ______________.

Questionário elaborado por Jonilson Barros Caldas
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Resposta de Deus