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domingo, 20 de dezembro de 2009

Davi e a Restauração do Culto a Jeová - Lição 11

TEXTO ÁUREO
“Dai ao SENHOR a glória de seu nome; trazei presentes e vinde perante ele; adorai ao SENHOR na beleza da sua santidade” (1 Cr16.31).
VERDADE PRÀTICA
A essência do verdadeiro culto a Deus é a adoração, portanto, Ele procura adoradores que o adorem em espírito e em verdade.
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
7 Então, naquele mesmo dia, entregou Davi em primeiro lugar o Salmo seguinte, para louvarem ao SENHOR, pelo ministério de Asafe e de seus irmãos:
8 Louvai ao SENHOR, invocai o seu nome, fazei conhecidos entre os povos os seus feitos.
9 Cantai-lhe, salmodiai-lhe, atentamente falai de todas as suas maravilhas.
10 Gloriai-vos no seu santo nome; alegre-se o coração dos que buscam o SENHOR.
11 Buscai o SENHOR e a sua força; buscai a sua face continuamente.
12 Lembrai-vos das suas maravilhas que tem feito, dos seus prodígios, e dos juízos da sua boca.
13 Vós, semente de Israel, seus servos, vós, filhos de Jacó, seus eleitos.
14 Ele é o SENHOR, nosso Deus; em toda a terra estão os seus juízos.

Davi e a Restauração do Culto a Jeová
          A primeira tentativa de Davi em trazer a arca de Deus para Jerusalém falhou (1 Cr 13.1-14). Agora ele tenta novamente. Dessa vez ele observa as regras para o seu transporte (1 Cr 15.1-15). Prossegue a grande procissão e a arca é acompanhada por marchas, corais, militares e os anciões de Israel com o próprio Davi encabeçando a multidão (vv. 16-28). Somente Mical, a filha de Saul, parece não ver alegria na ocasião (v. 29). A arca é colocada em uma tenda que Davi construiu para ela (1 Cr 16.1-3). Os levitas são designados para liderar uma adoração perpétua (vv. 4-6) e Davi contribui com um salmo original de ação de graças em louvor da grandeza de Deus (vv. 7-36). Finalmente, ofertas diárias são feitas e adoração diária é conduzida em Jerusalém, cidade capital de Israel e lugar que Deus escolheu para ser sempre identificada com o Seu nome (vv. 37-43).
          Por que é dada tanta atenção à arca? O propósito do autor é de lembrar a comunidade dos pós-exilados a importância vital da adoração. Se a pequena comunidade judaica, agora lutando para sobreviver numa parte de Judá, deve experimentar o renascimento que Israel experimentou com Davi, ela deverá estar tão comprometida com o Senhor como Davi estava. E, como a morte de Uzá demonstra, os judeus devem ser cuidadosos em observar todas as regras relacionadas com a adoração! Assim, a focalização sobre a arca é uma advertência de que somente um povo que adora a Deus à Sua maneira pode esperar bênçãos.
     Alegria. O senso de júbilo e de alegria expresso nesses dois capítulos (15,16) reflete um tema básico do AT. Aqui “alegria” não é tanto uma emoção particular como uma experiência partilhada pelo povo de Deus entusiasmado em adoração. As palavras hebraicas para alegria incluem: gil, alegria nas obras e pessoa de Deus; ranan, gritos de alegria emitidos em tempos de sacrifício ou recordação de Suas obras salvadoras; sus, entusiasmo suscitado por Deus e Sua Palavra; e samah, uma contente e feliz perspectiva. Alegria no AT é um produto da bênção divina, que pode ser material (Dt 16.15), mas que também brota diretamente do relacionamento pessoal com o Senhor (Sl 16.11). Assim, alegria é uma dádiva distinta de Deus para os crentes e é experimentada quando a Ele é dado o primeiro lugar em nossas vidas. Como o salmo de Davi diz: “Alegre-se o céu, e regozije-se a terra; e diga entre as nações: O Senhor reina!” (1 Cr 16.31).

      Adoração diária (1 Cr 16.4-6,37-42). A atenção de Davi em organizar a adoração regular diária serve como um exemplo à comunidade dos pós-exilados. E para nós.
     “Louvor” (1 Cr 16.7-36). Davi nos ensina a louvar a Deus por Suas qualidades pessoais (vv. 7-11), Suas obras em nosso favor (vv. 12-13) e exultar na glória e poder que Ele expressará no futuro (vv. 23-36).
      Adoração. A palavra inglesa “worship” vem do saxão “worth-ship”, significando digno de adoração. Várias palavras bíblicas são traduzidas como adoração. No AT, sahah significa cair prostado de veneração, e ‘asah significa servir. Esta última palavra está associada com o trabalho dos sacerdotes e levitas no Tabernáculo, mais tarde no Templo. O termo paralelo no NT é latreuo, que é o culto adorável que um cristão expressa pelo louvor e uma vida santa. O termo mais comum para adoração no NT é prokyneo, que significa prostrar-se diante de. Um estudo das 60 menções desta palavra no NT demonstra que a adoração é sempre dirigida a Deus, e que tanto as manifestações de devoção e louvor público como particular enquadram-se nesta categoria. Indubitavelmente as mais poderosas imagens de adoração nas Escrituras são encontradas nos Salmos, e ainda mais no livro de Apocalipse. Aqui sentimos o temor religioso do crente pois toda qualidade é focalizada em Deus e quem Ele é. Aqui também, sentimos o verdadeiro significado de culto, com louvor e adoração, a Deus pelo que Ele é e pela Sua verdadeira natureza.
     Adoração aceitável. Ao definir o que era aceitável no sistema de adoração no AT, a Bíblia nos auxilia a entender melhor a própria natureza da adoração. Nem sacerdotes, nem sacrifícios com defeitos eram aceitáveis a Deus. Malaquias oferece um retrato de uma antiga geração que “desprezou” o nome de Deus e mostrou o seu desrespeito trazendo animais aleijados e doentes para sacrifício. O profeta diz sarcasticamente. “Tente oferecê-los ao teu governador! Terá ele agrado em ti?” Malaquias dá o veredicto de Deus. “Não aceitarei oferta da vossa mão. Meu nome é grande entre as nações” (Ml 1.-6-11). A adoração aceitável reconhece, então, a grandeza de Deus. A adoração aceitável honra a Deus, tanto por sermos o melhor para Ele, como por trazermos o nosso melhor para Ele. Se chegarmos à adoração com uma atitude de temor e respeito, se chegarmos com um puro coração e mente; se levarmos a Deus o melhor que possuímos; então, nosso culto é aceitável. Pois somente tal culto demonstra o devido respeito por nosso Deus.
          “Deus parece tão distante... se ao menos eu pudesse vê-lo ou ouvi-lo...” Você já se sentiu desta forma - lutando contra a solidão, desesperado, cheio de pecado e sobre carregado de problemas? Todos fomos feitos à imagem de Deus para termos um relacionamento pessoal com Ele. Quando esta comunhão é quebrada, ficamos incompletos e precisamos de restauração. A comunhão com o Deus vivo é a essência da adoração. Ela é vital, atingindo o âmago da nossa vida. Talvez seja este o motivo por que existe um livro na Bíblia dedicado à adoração... A grande mensagem de Levítico é a santidade de Deus – “... Santos sereis, porque eu, o SENHOR, vosso Deus, sou santo” (Lv 19.2). Mas como podem pessoas pecadoras aproximar-se do Deus santo? Primeiro, é necessário lidar com o pecado... Jesus veio e abriu o caminho para Deus, dando a sua vida como sacrifício final em nosso lugar. A verdadeira adoração e unidade com Deus se inicia quando confessamos os nossos pecados e aceitamos a Cristo como o único que pode nos redimir do pecado e nos aproximar de Deus.... A adoração possui um aspecto horizontal - o de Deus ser honrado em nossa vida enquanto nos relacionamos com outras pessoas.... Precisamos de dias especiais para adorar e celebrar com nossos irmãos e para lembrar a bondade de Deus em nossas vidas... Dedique-se novamente à santidade e adore a Deus em particular, nos cultos e em celebrações especiais. ( RICHARDS, Lawrence O.. Guia do Leitor da Bíblia. Rio de Janeiro, CPAD, 2005, p. 88,110,269; Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. Rio de Janeiro, CPAD, 2004, pp. 138).

GRAÇA DOMINICAL
Livre para Entrar na Sua Presença
Jesus, clamando outra vez com grande voz, entregou o espírito. E eis que o véu do templo se rasgou em dois, de alto a baixo. MATEUS 27.50,51.
    
      É como se as mãos do céu estivessem segurando o véu, esperando por esse momento. Pense no tamanho desse véu – sessenta pés de altura por trinta de largura. Num minuto ele estava inteiro, no minuto seguinte rasgado em dois de alto a baixo. Sem protelação. Sem hesitação.
     Qual era o significado da ruptura da cortina? Para os judeus significava que não existia mais nenhuma barreira entre eles e o Santo dos Santos. Não havia mais a necessidade de sacerdotes para serem os intermediários entre eles e Deus. Não haveria mais sacrifícios de animais para perdoar os seus pecados.
     E para nós? O que esse véu rasgado significa para nós?
     Que somos bem-vindos para entrar na presença de Deus – qualquer dia, a qualquer hora. Deus removeu a barreira que nos separava dEle. A barreira do pecado? Foi derrubada. Ele removeu o véu. (LUCADO, Max. Graça para o Momento - Vol. II. Rio de Janeiro, CPAD, 1ª Ed. 2008, p. 96).

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