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terça-feira, 6 de abril de 2010

Visões e revelações do Senhor

LIÇÃO 12 – VISÕES E REVELAÇÕES DO SENHOR – 1° TRIMESTRE DE 2010

TEXTO ÁUREO
“Em verdade que não convém gloriar-me; mas passarei às visões e revelações do Senhor” (2 Co 12.1).

VERDADE PRÁTICA
As experiências espirituais são importantes, mas não devem ser o principal requisito para o reconhecimento ministerial de um obreiro.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
2 Coríntios 12.1-4,7-10,121

1 - Em verdade que não convém gloriar-me; mas passarei às visões e revelações do Senhor.
2 - Conheço um homem em Cristo que, há catorze anos (se no corpo, não sei; se fora do corpo, não sei; Deus o sabe), foi arrebatado até ao terceiro céu.
3 - E sei que o tal homem (se no corpo, se fora do corpo, não sei; Deus o sabe)
4 - foi arrebatado ao paraíso e ouviu palavras inefáveis, de que ao homem não é lícito falar.
7 - E, para que me não exaltasse pelas excelências das revelações, foi-me dado um espinho na carne, a saber, um mensageiro de Satanás, para me esbofetear, a fim de não me exaltar.
8 - Acerca do qual três vezes orei ao Senhor, para que se desviasse de mim.
9 - E disse-me: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo.
10 - Pelo que sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias, por amor de Cristo. Porque, quando estou fraco, então, sou forte.
12 - Os sinais do meu apostolado foram manifestados entre vós, com toda a paciência, por sinais, prodígios e maravilhas.

SUBSÍDIOS PARA VISÕES E REVELAÇÕES DO SENHOR

     Paulo explica que as “fraquezas” são a fonte da vanglória. Depois que o apóstolo recebeu uma revelação assombrosa de ter sido, ele próprio, arrebatado aos céus (2 Co12.1-6), Satanás golpeou-o com um “espinho na carne”. Muitos imaginam tratar-se de uma enfermidade séria, deformante. Paulo ora com fervor para a sua remoção, mas a resposta foi “não”. Através dessa experiência, Paulo aprendeu que a fraqueza não passava de uma chamada especial a que confiasse no Senhor, que se alegra em mostrar a sua força nas pessoas fracas (vv. 7b-10). Apesar de sua assim chamada “fraqueza”, Paulo dificilmente poderia assumir um papel secundário diante dos superapóstolos de os coríntios se encantaram (vv. 11-13).
     Conheço um homem em Cristo (12.2). Obviamente, o próprio Paulo, mas ele fala com reservas para evitar gloriar a si mesmo ao invés do Senhor, que concedia tal privilégio. Há catorze anos: Por volta de 42 d.C, no período da sua vida não descrita em Atos. Terceiro céu: O céu mais alto, a presença de Deus, em contraste com os céus e as estrelas visíveis da Terra.
     Paraíso (2.4). Aqui, identificado com o “terceiro céu” (v.2); o lugar de comunhão bem-aventurada com Deus (Lc 23.43; Ap 2.7). Paulo não era capaz, nem tinha permissão de repetir o que tinha ouvido.
     Minhas fraquezas (12.5). No contexto, Paulo fala basicamente de algo que faz com que pareça fraco aos olhos de quem ministra. O apóstolo aprendera que quando parecia fraco aos olhos dos outros, era verdadeiramente forte, pois, a partir daí, Deus trabalhava através dele de maneira mais eficaz. Que mensagem para nós! A efetividade espiritual não depende de nossas habilidades, nem mesmo de como os outros nos vêem! Só depende de nossa própria disposição em confiar inteiramente em Cristo.
     O espinho de Paulo (12.7). Discute-se muito sobre qual seria o mal crônico de Paulo. Uma sugestão é que ele sofria de doença ocular nada atraente. O argumento tem sustentação numa referência no final da epístola aos Gálatas, ao acrescentar um pós-escrito a essa epístola, em letras grandes.
     Embora seja fútil tentar identificar o “espinho”, ele causou grande consternação em Paulo e, em última instância, serviu para um bom propósito, tornando-se a ocasião para uma revelação a ele da graça triunfante de Deus, que basta em meio às fraquezas de Paulo.
     Também devemos notar que, embora Deus não responda às alegações repetidas de Paulo, para que se desviasse de mim, removendo-o, não há nenhum indício de que Deus esteja aborrecido com Paulo por alegar dessa maneira. Na verdade a resposta de Jesus (v. 9) indica a preocupação de Deus em responder, mesmo que diferentemente do que Paulo havia orado.
     Por fim, é importante notar que a resposta de Jesus não foi vista como punitiva por Paulo; nem fez com que ele se resignasse esbofeteando-o como uma atitude de derrota. Pelo contrário, afirmou em Paulo que, sempre que Satanás o esbofeteia (quer diretamente como adversário destrutivo ou indiretamente como agente controlado por Deus para realizar o desenvolvimento do caráter), ele pode se gloriar de suas fraquezas, pois a graça e o poder te bastam para permitir que ele continue em seu ministério apostólico. Nem o espinho, qualquer mensageiro de Satanás, nem qualquer teste de Deus para aprimorar o caráter farão com que ele pare de servir a Deus. Ele pode, portanto, sentir prazer... porque, quando está pessoalmente fraco, ele pode ser forte em Jesus.
      Os cristãos e a boa saúde (12.8,9). Há quem afirme que a cura é propiciada aos crentes na crucificação de Cristo. Paulo, no entanto, não foi curado. Alguns sustentam que Deus responderá a qualquer oração basta que acreditemos. Paulo não carecia de fé, mas não foi curado. Esta e outras passagens do Novo Testamento, como Filipenses 2.25-27, nos lembram que os cristãos podem sofrer em decorrência de uma saúde precária, além de outras dificuldades, sem que isso represente pecado ou falta de fé. Ao permitir o sofrimento de Paulo, Deus tinha um propósito para sua vida. Como é bom estarmos confiantes em duas situações: Quando sofremos, Deus tem em mente uma boa razão. Quando estamos fracos, podemos aguardar até que Deus nos mostre seu poder em, e através de nós (RICHARDS, Lawrence O. Guia do Leitor da Bíblia. Rio de Janeiro, CPAD, 2005, p. 784; Bíblia de Estudo Plenitude. Barueri, SP: SBB 2001 Ed. 2009, pp. 1209-1210).

GRAÇA DOMINICAL
O amor faz a diferença
“Mas aquele a quem pouco é perdoado pouco ama.” Lucas 7.47

      Nós podemos substituir a palavra perdoado por aceito e manter a integridade dessa passagem. “Aquele que é pouco aceito, pouco ama". Se pensarmos que Deus é insensível e injusto, imagine como vai tratar as pessoas. Com insensibilidade e injustiça. Entretanto, se descobrirmos que Deus nos cobriu de um amor incondicional, será que não vai fazer diferença?
     O apóstolo Paulo diria que sim! Fale sobre uma mudança total de opinião. Ele passou de briguento a ursinho de estimação. Paulo a.C. (antes de Cristo) fervia de raiva. Ele “assolava a igreja” (Atos 8.3). Paulo a.D. (após a Descoberta) transbordava de amor...
     Seus acusadores batiam nele, prendiam-no, ridicularizavam-no. Mas será que você consegue encontrar uma ocasião em que ele respondeu? Uma manifestação de mau humor? Uma explosão de ira? Esse é um homem diferente. Sua ira desapareceu. Sua paixão é forte. Sua devoção é inquestionável. Ásperas explosões de raiva? Uma coisa do passado.
     O que fez a diferença? Ele encontrou Cristo (LUCADO, Max. Graça Para o Momento- Vol. II. 1ª Ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2008, p 97).

QUESTIONÁRIO LIÇÃO 12 - VISÕES E REVELAÇÕES DO SENHOR - 1° TRIMESTRE DE 2010 – Elaborado por Jonilson Barros Caldas

CLASSE: ____________________________________________________________
NOME:_______________________________________________ NOTA: ______

1) Relacione de acordo com a lição estudada:
(a) Visões e revelações
(b) Paraíso
(c) Espírito de Deus
(d) Paulo
(e) Espinho na carne
(f) Experiências espirituais
(    ) Essa expressão de Paulo referia-se a um tipo de sofrimento que lhe foi imposto por causa das revelações, a fim de ele não se ensoberbecer;
(    ) Considerava como maior glória para si os seus sofrimentos, enfermidades, prisões, açoites, fomes e perseguições;
(    ) São experiências do campo das manifestações espirituais que não se constituem em doutrinas, mas são possíveis à vida do crente desde que estejam em conformidade com a Bíblia;
(    ) São importantes, mas não devem ser o principal requisito para o reconhecimento ministerial de um obreiro;
(    ) É um lugar celestial onde os santos desfrutam de comunhão com Deus. Esse lugar é a habitação dos santos que morreram, tanto do Antigo como do Novo Testamento, e que aguardam a ressurreição de seus corpos;
(    ) Pode trabalhar e revelar a vontade divina através de sonhos e visões. Entretanto, essas experiências não são uma regra doutrinária para dirigir a igreja e nem mesmo a vida de uma pessoa.

2) Paulo recebeu do Senhor Jesus sonhos e revelações. Ele relatou essas experiências com Deus não para vangloriar-se, pois já havia dado provas suficientes de sua humildade e nobreza de caráter. Embora sejam enriquecedoras, sabemos que nem a igreja, nem crente algum pode depender de experiências sobrenaturais, como visões, revelações e arrebatamento de espírito para conhecer a vontade de Deus.
Agora levando em consideração a lição estudada, concluímos que:
a) Essas experiências são uma regra doutrinária para dirigir a igreja e até mesmo a vida de uma pessoa;
b) É preciso ter cuidado com a presunção de alguns em fazer viagens ao paraíso, seja comandada por homens, seja por anjos, pois tais “experiências, na maioria das vezes, constitui-se em fraudes espirituais;
c) Essas experiências são meios que só podem ser autênticos quando não se chocam com a Palavra de Deus. Por isso, o crente não pode viver à mercê de visões e revelações para praticar o cristianismo;
d) Ainda que tais experiências não estejam proibidas, devemos levar em conta sempre a completa revelação da Palavra de Deus;
e) Essas experiências são meios que podem ser autênticos, mesmo quando se chocam com a Palavra de Deus. Por isso, o crente pode viver à mercê de visões e revelações para praticar o cristianismo;
f) Essas experiências não são uma regra doutrinária para dirigir a igreja, e nem mesmo a vida de uma pessoa.
Analisando as afirmações acima, marque a opção correta:
I- Todas as afirmações estão corretas;
II- Todas as afirmações estão incorretas;
III- Somente as afirmações b,c,d,f estão corretas;
IV- Somente as afirmações b, d, e estão corretas;
V- As afirmações a, c,d estão incorretas.

3) Coloque V se for verdadeiro e F se for falso:
(     ) Visto que os “superapóstolos” se orgulhavam de sua herança abraâmica e de suas realizações, Paulo mostra a esse grupo que, se este for o critério, ele tinha muito mais razões para vangloriar-se (v. 22);
(     ) A glória maior de Paulo não está no sofrimento padecido por causa do Evangelho, e sim em sua biografia;
(     ) Paulo considerava como maior glória para si os seus sofrimentos, enfermidades, prisões, açoites, fomes e perseguições;
(     ) Na mente dos coríntios os verdadeiros apóstolos deveriam ser conhecidos por suas palavras convincentes e carisma;
(     ) Por ser a igreja coríntia não propensa à supervalorização do sobrenatural, os falsos apóstolos acabaram não ganhando a sua simpatia;
(     ) A igreja e o crente dependem exclusivamente de experiências sobrenaturais, como visões, revelações e arrebatamento de espírito para conhecer a vontade de Deus.

4) Relacione de acordo com a leitura diária:
(a) At 9.3                                         (      ) Obedecendo à visão divina
(b) At 16.9,10                                  (      ) Andando por fé e não por vista
(c) At 18.9                                       (      ) Visões e revelações em meio ao perigo
(d) At 26.19                                     (      ) Uma visão no caminho de Damasco
(e) At 27.23,24                                (      ) Uma visão de encorajamento
(f) 2 Co 5.7                                      (      ) Uma visão missionária

5) Complete de acordo com a revista:
Em uma mente ___________, sofrimento é algo que _________________, que _________________. Não se vê nenhuma ________________ em _______________, no entanto, Paulo ensina que o ____________se constitui num degrau para chegar-se à presença de _____________.

Questionário elaborado por Jonilson Barros Caldas
O gabarito do questionário pode ser solicitado pelo e-mail: jonilsonb.com.br@hotmail.com






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