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sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

A Glória das Duas Alianças

LIÇÃO 4 - A GLÓRIA DAS DUAS ALIANÇAS – 1º TRIMESTRE DE 2010

TEXTO ÁUREO
"Porque, se o que era transitório foi para glória, muito mais é em glória o que permanece" (2 Co 3.11).

VERDADE PRÁTICA
A glória da Antiga Aliança desvaneceu ante a glória superior da Aliança revelada em Cristo Jesus.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

2 CORÍNTIOS 3.1-11
1 - Porventura, começamos outra vez a louvar-nos a nós mesmos? Ou necessitamos, como alguns, de cartas de recomendação para vós ou de recomendação de vós?
2 - Vós sois a nossa carta, escrita em nossos corações, conhecida e lida por todos os homens,
3 - porque já é manifesto que vós sois a carta de Cristo, ministrada por nós e escrita não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas nas tábuas de carne do coração.
4 - E é por Cristo que temos tal confiança em Deus;
5 - não que sejamos capazes, por nós, de pensar alguma coisa, como de nós mesmos; mas a nossa capacidade vem de Deus,
6 - o qual nos fez também capazes de ser ministros dum Novo Testamento, não da letra, mas do Espírito; porque a letra mata, e o Espírito vivifica.
7 - E, se o ministério da morte, gravado com letras em pedras, veio em glória, de maneira que os filhos de Israel não podiam fitar os olhos na face de Moisés, por causa da glória do seu rosto, a qual era transitória,
8 - como não será de maior glória o ministério do Espírito?
9 - Porque, se o ministério da condenação foi glorioso, muito mais excederá em glória o ministério da justiça.
10 - Porque também o que foi glorificado, nesta parte, não foi glorificado, por causa desta excelente glória.
11 - Porque, se o que era transitório foi para glória, muito mais é em glória o que permanece.

SUBSÍDIO PARA A GLÓRIA DAS DUAS ALIANÇAS

Palavra Chave: NOVA ALIANÇA - Providência divina pela qual Deus estabeleceu um novo relacionamento de responsabilidade entre Si mesmo e o seu povo.

     Paulo apresenta uma premissa fundamental ao seu conceito de ministério: a Nova Aliança. O apóstolo não precisa de carta de recomendação para demonstrar sua chamada apostólica. A transformação operada por Deus no interior dos coríntios transformaram-nos em cartas vivas, prova da qualidade do serviço de Paulo na nova aliança (2 Co 3.1-6). A seguir, o autor compara o ministério da nova com a antiga aliança (vv. 7-18). A antiga aliança, administrada por Moisés, não proporcionava qualquer transformação interior. Essa assertiva é ilustrada pelo próprio Moisés, pois, ao deixar a presença de Deus, colocou um véu sobre a sua face de sorte que o povo não conseguia perceber que o esplendor que a presença de Deus lhe conferira se desvanecia. Por outro lado, porque o Espírito de Deus agora vive no crente, um processo de transformação passa a ocorrer. A transformação, marcada por uma crescente reflexão na vida do crente sobre o próprio esplendor de Cristo, é a marca do ministério da Nova Aliança.
     Cartas de recomendação (2 Co 3.1-3). Mestres itinerantes da igreja primitiva tinham por característica levar cartas de recomendação (cf. At 18.27). Os inimigos de Paulo aparentemente atacavam sua credibilidade ao indagarem: Onde estão as suas cartas?
     Cartas de Cristo ( 2 Co 3.3). Todo verdadeiro crente é uma carta aberta de Cristo, pois sua vida refletirá a obra de Deus em sua personalidade. Desde que Paulo conduziu muitos coríntios a Cristo, estes são cartas que testificam seu ministério, competência e chamado.
     Antiga versus Nova Aliança (2 Co 3.7-11). Paulo sabe que a Lei do Antigo Testamento não tem como produzir justiça. O Evangelho, no entanto, cumprindo a promessa de Deus através de Jeremias, de um Novo Concerto, pode produzir justiça (2 Co 3.9).
     A Lei era gloriosa, porque tinha a sua origem em Deus, apesar de seu caráter temporário e inadequado. A Nova Aliança, entretanto, é muito mais excelente!
     A Nova Aliança. As alianças bíblicas explicam com detalhe o que Deus irá fazer. A aliança é o pronunciamento de Deus: “Eu farei”. Todavia, o cumprimento das promessas geralmente se posiciona muito à frente no tempo. Uma aliança é diferente, porque define como Deus se envolvia com os crentes do Antigo Testamento enquanto aguardava pelo final da história. Essa aliança era a Aliança da lei, já a Nova, que torna a Lei mosaica irrelevante, orienta Israel em como se comportar. Especifica as bênçãos aos israelitas que obedecem à Lei de Deus e as punições aos que a desobedecerem.
     Por outro lado, sob a Nova Aliança, “Na mente lhes imprimirei as minhas leis, também no coração lhas inscreverei” (Jr 31.33). Em outras palavras, sob a égide da Nova Aliança, Deus promete aos crentes a transformação interior; os crentes saberão que Deus, de maneira pessoal, perdoará seus pecados que, por sua vez, responderão aos anseios interiores do coração de Deus.
Jeremias anuncia que essa Nova Aliança deve ser feita com “a casa de Israel”, isto é, os judeus (Jr 31.31). A aliança em si mesmo aguarda com expectativa o momento da chegada do Messias para a conversão nacional. Em seguida, todos os benefícios descritos por Jeremias estarão disponíveis a esse povo que, finalmente, será reconhecido e conhecerá o seu Redentor.
     Jeremias prevê uma Nova Aliança e descreve o que deverá acontecer quando as promessas decorrentes forem cumpridas. Jesus identifica a sua morte na cruz com a instituição da Nova Aliança (Mt 26.28; 1 Co 11.25). Ademais, o cumprimento das promessas da Nova Aliança, feitas por Jesus ao se deixar sacrificar, está aguardando o final da história. Entretanto, há ainda uma outra característica única desta aliança. Seus benefícios são experimentados hoje pelos que depositam sua confiança em Cristo, o Messias prometido no Antigo Testamento. É como se alguém depositasse US$ 1,0 bilhão em sua conta bancária para ser seu, depois de 25 anos. O principal da aplicação vai permanecer intocável até a data do vencimento, mas, o depositante deixa claro que você pode usufruir os juros imediatamente! Neste sentido, Hebreus 10.16-17 aplica as promessas centrais da Nova Aliança aos crentes de hoje. Deus perdoa os pecados dos que crêem em Jesus agora, quando sua obra transformadora tem início no coração de todo crente.  Na Nova Aliança, através da fé em Cristo, usufruímos o relacionamento com Deus.
     Nossa esperança (2 Co 3.12). Nossa esperança repousa na experiência de uma transformação progressiva, pois a Nova Aliança de fato produz justiça em nossas vidas. Isso nos proporciona muita ousadia. Não mais precisamos fingir que somos perfeitos. Podemos ser honestos com os outros que verão nossas imperfeições e falhas. Por outro lado, porque Deus está agindo em nós, também verão a face de Jesus à medida que Ele realiza mudanças interiores. É a esperança, a expectativa segura de que Deus está nos transformando a partir do interior, que nos liberta para sermos autênticos.
     Mas os sentidos deles se embotaram (2 Co 3.12-15). O véu usado por Moisés para encobrir a glória que resplandecia em seu rosto, depois de momentos de privacidade com Deus (Ex 34.29-35), funcionou de duas maneiras: ocultou a face de Moisés e também escondeu verdades fundamentais do relacionamento com Deus. O perigo de nos escondermos dos outros é que, no processo, os mantemos ignorantes sobre o Deus que está agindo em nós. De maneira simbólica, Paulo afirma que o véu ainda se detém sobre o Antigo Testamento ocultando dos seguidores de Moisés seu verdadeiro significado.
     A transformação (2 Co 3.18). O compromisso de Deus é fazer com que os que Nele crêem sejam semelhantes a Jesus. Isso nos é ensinado repetidas vezes no Novo Testamento (cf. Rm 8.29; 1 Co 15.49-54; Cl 3.10; 1 Jo 3.2). A realização plena desse compromisso se aperfeiçoará em nossa ressurreição. No entanto, segundo indica esse versículo, o Espírito Santo age dentro de nós agora mesmo, fortalecendo um processo gradual de transformação de nossos caracteres morais em algo semelhante ao do Senhor. Através dessa mudança gradativa, mas concreta, que opera em nós, outros têm a possibilidade hoje em dia de verem o rosto de Jesus.
     O Espírito Santo (2 Co 3.17-18). O Espírito Santo tem uma série de ministérios sobre os crentes: batismo, confirmação, plenitude, dons espirituais. O Espírito guia os crentes, fortalecendo-os para uma vida santa. Assim, podemos perceber que Ele opera em nós uma transformação moral progressiva à medida que somos obedientes e sensíveis ao Senhor. Essa transformação é demonstrada no caráter e personalidade, ao produzir o fruto do amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio (Gl 5.22-23).( RICHARDS, Lawrence O. Guia do Leitor da Bíblia. Rio de Janeiro, CPAD,2005, pp.466, 776).

GRAÇA DOMINICAL
O Cordeiro de Deus
Desde a hora sexta, houve trevas sobre toda a terra, até à hora nona (Mt 27.45).
      É claro que o céu está escuro; as pessoas estão matando a Luz do Mundo.
     O universo se entristece. Deus disse que isso aconteceria. “E sucederá que, naquele dia... farei que o sol se ponha ao meio-dia e a terra se entenebreça em dia de luz... e farei que isso seja como luto de filho único e o seu fim como dia de amarguras” (Am 8.910).
     O céu chora. E um cordeiro bali. Lembra-se da hora do brado? “E, perto da hora nona, exclamou Jesus em alta voz”. A hora nona, três hora da tarde, era a hora do sacrifício no Templo. Menos de um quilômetro e meio para o leste, um sacerdote com vestes caras conduz um cordeiro para o matadouro, sem saber que o seu trabalho é inútil. O céu não está olhando para o cordeiro do homem, mas para “o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (Jo 1.29). (LUCADO, Max. Graça para o Momento- Vol. II. 1ª Ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2008, pp. 282).

QUESTIONÁRIO LIÇÃO 4 – A GLÓRIA DAS DUAS ALIANÇAS – 1º TRIMESTRE 2010 – Elaborado por Jonilson Barros Caldas
ALUNO ______________________________________________
CLASSE __________________________________ NOTA _____

1) Fazendo-se uma comparação entre a Nova e a Velha Aliança, embora sabemos que os dois pactos são provenientes de Deus, percebe-se que há muitas diferenças entre estes dois concertos.Baseando-se nas afirmações abaixo, coloque N para as que se referem à Nova Aliança, e V, à Velha Aliança:
(     ) Lei escrita em tábua de pedra, pelo próprio Deus;
(     ) Deus a escreveu no coração do seu povo;
(     ) É superior, porque veio mediante a pessoa de Jesus Cristo;
(     )Tinha em seu conteúdo a sentença de morte;
(     ) É do “Espírito”, e ministrada por Ele;
(     ) Era de condenação;
(     ) Veio por Moisés;
(     ) É um ministério de justiça, o qual vivifica e é permanente;
(     ) Veio por Cristo.

2) Coloque V para verdadeiro e F para falso:
(     ) Era hábito dos judeus que viajavam com frequencia levarem cartas de recomendação, para que assim, ao chegar a lugares onde não eram conhecidos pudessem ser hospedados durante o período em que ali estivessem;
(     ) O Novo Pacto demonstrou outra característica da glória de Deus, o seu poder misericordioso para salvar e dar vida;
(     )A glória da Nova Aliança era passageira porque trazia à tona a realidade do pecado, sua maldição e condenação;
(     ) A glória da Nova Aliança manifestou-se descoberta, sem véu , porque Cristo a revelou no Calvário;
(     ) O pai espiritual da comunidade cristã de Corinto era Paulo, não havendo necessidade de qualquer carta de recomendação vinda de Jerusalém
(     ) A glória do Segundo Concerto revelou o ministério da morte, porque condenava e amaldiçoava todo aquele que não cumpria a Lei.

3) Havia um conhecimento da parte dos coríntios acerca de Paulo, que substituía qualquer documento comprobatório de seu apostolado. Paulo fundara aquela igreja:
a – Durante o outono do ano 50 d.C., permanecendo na cidade, inicialmente, por 18 meses;
b - Durante o outono do ano 50 d.C., permanecendo na cidade, inicialmente, por 2 anos;
c - Durante a primavera do ano 50 d.C., permanecendo na cidade, inicialmente, por 2 anos;
d - Durante a primavera do ano 50 d.C., permanecendo na cidade, inicialmente, por 18 meses;
e - Durante o verão do ano 50 d.C., permanecendo na cidade, inicialmente, por 18 meses;
f - Durante o inverno do ano 50 d.C., permanecendo na cidade, inicialmente, por 18 meses.

4) Relacione de acordo com a leitura diária da revista:
(a) Jr 31.33      (    ) Jesus, o Mediador de uma nova aliança
(b) Mt 26.28    (    ) Uma aliança perpétua
(c) Hb 12.24    (    ) Uma aliança com a casa de Israel
(d) Is 55.3       (    ) Uma aliança de sangue
(e) Hb 13.20   (    ) Dois concertos
(f) Gl 4.24-26  (    ) O sangue da nova aliança

5)Complete de acordo com a revista:
Hoje, a ______________ que reflete em nossa _____________ não é a dos rostos, mas é aquela glória ____________, que reflete a __________________ na semelhança de _________________, de forma gradual, de ___________ em glória, mediante a __________________ do Espírito de _________________ em cada um de ______________.

Questionário elaborado por Jonilson Barros Caldas
O gabarito do questionário pode ser solicitado pelo e-mail: jonilsonb.com.br@hotmail.com
Acesse também o blog da Escola Bíblica Dominical do mesmo autor: http://questionariosebdominical.2u.blog.br/

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