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sábado, 2 de janeiro de 2010

A Defesa do Apostolado de Paulo

Lição 1 - A DEFESA DO APOSTOLADO DE PAULO - 1º TRIMESTRE DE 2010

TEXTO ÁUREO

“Porque, como as aflições de Cristo são abundantes em nós, assim também a nossa consolação
sobeja por meio de Cristo” (2 Co 1.5).

VERDADE PRÁTICA
Apesar do dissabores e angústias de nossa jornada cristã, jamais nos faltará a consoladora presença do Espírito Santo.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

2 Coríntios 1.12-14; 10.4,5
2 Coríntios 1
12-Porque a nossa glória é esta: o testemunho da nossa consciência, de que, com simplicidade e
sinceridade de Deus, não com sabedoria carnal, mas na graça de Deus, temos vivido no mundo e
maiormente convosco.
13-Porque nenhumas outras coisas vos escrevemos, senão as que já sabeis ou também reconheceis; e espero que também até ao fim as reconhecereis,
14-como também já em parte reconhecestes em nós, que somos a vossa glória, como também vós
sereis a nossa no Dia do Senhor Jesus.
2 Coríntios 10
4-Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas, sim, poderosas em Deus, para destruição das fortalezas;
5-destruindo os conselhos e toda altivez que se levanta contra o conhecimento de Deus, e levando
cativo todo entendimento à obediência de Cristo.

A CIDADE DE CORINTO

 Uma das quatro cidades mais importantes do Império Romano, juntamente com Éfeso, Roma e Antioquia. Capital da província romana da Acaia, era notável não apenas por suas riquezas e luxo´pois era uma fortaleza de licenciosidade e depravação, alimentadas pelo culto à deusa Vênus (Afrodite para os gregos e Vênus para os romanos). Foi a maior, a mais opulenta e a mais importante cidade da Grécia. Situada no istmo deste país, orgulhava-se dos seus dois portos, pelos quais passava o comércio do mundo. Foi terra de grande luxo e licenciosidade, o lugar do culto a deusa Vênus, acompanhado de ritos vergonhosos.
    

     Uma cidade muito antiga. Os primeiros colonizadores chegaram a Corinto no quinto ou sexto milênio a.C. Mas a Corinto do período clássico foi realmente estabelecida com a invasão dos dórios. Por volta de 1000 a.C. este povo grego se estabeleceu no sopé da acrópole de Corinto. Ocupando um lugar de segurança, eles também controlavam a principal rota comercial por terra entre o Peloponeso e a Grécia central, como também a rota Istmiana. Chegando logo a um alto grau de prosperidade, a cidade colonizou Siracusa na Sicilia e a ilha de Corcira (a atual Corfu) e alcançou um pico de prosperidade através do desenvolvimento comercial e industrial. A cerâmica e o bronze de Corinto foram largamente exportados pelo Mediterrâneo. Por volta da metade do século V as fortunas de cidade diminuíram como resultado de uma eficaz concorrência da produção industrial ateniense. Durante o período clássico, Corinto controlava cerca de 100 quilômetros quadrados de território, aproximadamente um quarto do tamanho de Rhode Island.



     Não é possível contar a história de Corinto detalhadamente. É suficiente dizer que ela entrou em conflito com Roma durante o século II a.C., foi finalmente destruída pelos romanos em 146 a.C., e permaneceu virtualmente desabitada até que Júlio César fundou-a novamente em 44 a.C. O crescimento de Corinto foi rápido e, na época de Paulo, ou logo depois, a cidade tornou-se o maior e mais próspero centro no sul da Grécia. Ela serviu como a capital da província romana da Acaia, com uma população que variava entre 100.000 a várias centenas de milhares de pessoas.



     A história posterior de Corinto não possui nenhum valor especial para os estudantes do NT. A cidade sofreu várias catástrofes até que em 1858, quando foi destruída por um terremoto, ela se moveu para um novo local no golfo de Corinto; por isso escavadores da Escola Americana de Estudos Clássicos foram capazes de descobrir como era o lugar na época do NT.



     Nos dias de Paulo, a cidade ficava a aproximadamente dois quilômetros e meio ao sul do Golfo de Corinto, no lado norte de sua acrópole, a uma altitude de aproximadamente 130 metros. O monte Acrocorinto ou acrópole se estendia a 500 metros sobre a cidade, a uma altitude de 623 metros. A cidade e sua acrópole eram limitadas por um muro que tinha um perímetro superior a 10 quilômetros. Do lado de fora dos muros, nas planícies circunvizinhas, se estendiam campos de grãos, olivais, vinhas, e outras propriedades rurais da cidade.



     Ao norte da parte central da cidade ficava a Ágora, o centro nervoso da metrópole. A Ágora tinha aproximadamente 230 metros de leste a oeste, e cerca de 100 metros de norte a sul. Seguindo a configuração natural da terra, a seção sul era cerca de 4 metros mais alta que a parte norte. Na linha divisória dos dois níveis, havia uma fileira de prédios baixos flanqueando um rostro ou bema, que funcionava como um púlpito para proclamações públicas e assentos de julgamento (q.v.) para magistrados. Aqui Paulo compareceu perante Gálio (q.v.), governador da Acaia, como resultado das acusações dos judeus de que ele havia violado a lei (At 18.12,13). Ao longo do lado sul da Ágora, havia um pórtico ou colunata que era um centro de compras, medindo cerca de 150 metros e comprimento. Aqui e no lado noroeste perto do templo de Apolo, havia lojas para os vendedores de carne e vinho, provavelmente o mercado ou o “açougue” ao qual Paulo se referiu em 1 Coríntios 10.25. Uma inscrição foi encontrada perto do teatro, declarando que Erasto (q.v.; provavelmente mencionado em Romanos 16.23) o edil (tesoureiro da cidade), havia colocado o pavimento por sua própria conta.




     Quanto aos aspectos não-físicos de Corinto, deve ser observado que uma grande parte da população era muito inconstante (navegadores, negociantes, oficiais do governo, et al.) e estavam, portanto, excluídos dos habitantes da sociedade estabelecida. Para tornar as coisas piores, a prostituição religiosa era comumente praticada em conexão com os templos da cidade. Por exemplo, de acordo com Strabo, 1000 sacerdotisas ou jovens escravos do Templo de Afrodite, na acrópole, eram empregadas na prostituição religiosa. Uma inscrição revela que estas possuíam seus próprios assentos no teatro a noroeste da Ágora. A partir da mobilidade social e dos males das práticas religiosas ali, surgiu uma corrupção geral da sociedade. A péssima “moral de Corinto” se tornou um provérbio pejorativo até mesmo no mundo romano pagão. Não é de se admirar que Paulo tivesse tanto a dizer sobre a santidade do corpo em sua primeira carta aos coríntios.




     Perto de Corinto, os jogos ístmicos ocorriam a cada dois anos em homenagem a Posêidon, deus do mar. Eventos atléticos incluíam corridas a pé, corridas com carros puxados por dois cavalos, o pentatlo (salto, corrida, luta livre, lançamento de disco e lançamento de dardo) e o pancratium (uma combinação de boxe e luta livre). A coroa da vitória parece ter sido um aipo selvagem seco durante o século I d.C., realmente uma coroa corruptível (1 Co 9.25). (Dicionário Bíblico Wycliffe. Rio de Janeiro, CPAD, 2006, pp. 461,462; BOYER, Orlando. Pequena Enciclopédia Bíblica. Rio de Janeiro, CPAD, 2008, pp. 142)

A SEGUNDA EPÍSTOLA DE PAULO AOS CORÍNTIOS

     Ao longo dos séculos, a serpente sussurra promessas com voz suave, iludindo, enganando e tentando – aconselhando homens e mulheres a rejeitar a Deus e a seguir Satanás. Os emissários deste último foram muitos – falsos profetas contradizendo os antigos porta-vozes de Deus, líderes “devotos” lançando acusações blasfemas e ensinadores heréticos se infiltrando nas igrejas. E o engano continua. Nosso mundo está repleto de seitas, “ismos” e ideologias, todos afirmando oferecer o caminho a Deus.



     Paulo lutou constantemente contra aqueles que enganavam o povo de Deus e entregou sua vida à divulgação das Boas Novas nas partes mais remotas do mundo. Durante suas três viagens missionárias, entre outras, ele proclamou o nome de Cristo, as pessoas se converteram e, assim, estabeleceu igrejas. Mas os novos crentes eram frequentemente presas fáceis para os falsos ensinadores. Estes eram uma ameaça constante para o evangelho e para a Igreja Primitiva. Por essa razão, Paulo teve que despender muito tempo advertindo e corrigindo estes novos cristãos.



     A Igreja em Corinto era frágil. Cercados pela idolatria e pela imoralidade, seus membros enfrentavam uma luta que envolvia a fé e o estilo de vida cristão. Por meio de visitas e cartas pessoais, Paulo tentou instruí-los na fé, solucionar seus conflitos e resolver alguns de seus problemas. A primeira carta aos Coríntios foi enviada para tratar de assuntos morais específicos na igreja e para esclarecer dúvidas sobre sexo, casamento e questões de consciência. Tal carta confrontou os assuntos diretamente e foi bem recebida pela maioria. Mas existiam os falsos mestres, que negavam a autoridade de Paulo e o caluniavam. Ele, então, escreveu a segunda carta aos Coríntios para defender sua posição e denunciar aqueles que estavam distorcendo a verdade.



     Deve ter sido difícil para Paulo escrever a segunda carta aos Coríntios, porque teve que listar suas credenciais como apóstolo. Paulo estava relutante quanto a fazê-lo por ser um humilde servo de Cristo, mas sabia que era necessário. Sabia também que a maioria dos crentes de Corinto havia, de coração, aceitado suas palavras anteriores e estava começando a amadurecer na fé. O apóstolo afirmou seu comprometimento com Cristo.



     A segunda carta aos Coríntios começa com Paulo lembrando seus leitores de (1) seu relacionamento com eles - sempre foi honesto e direto (1.12-14), (2) seu itinerário – estava planejando visitá-los novamente (1.15-2.2) e (3) sua carta anterior (2.3-11). Paulo, então, vai diretamente à questão dos falsos mestres (2.17) e revisa seu ministério junto aos coríntios para demonstrar a validade de sua mensagem e exortá-los a não se afastarem da verdade (3.1-7.16).



     A seguir, Paulo menciona a questão da oferta para os cristãos pobres de Jerusalém. Ele conta como os outros fizeram doações e exorta os coríntios a também mostrar o seu amor de um modo tangível (8.1-9.15). Então o apóstolo faz uma forte defesa de sua autoridade como genuíno apóstolo, enquanto aponta a influência enganosa dos falsos apóstolos (10.1-13.10).
    
     Ao ler esta carta extremamente pessoal, preste atenção nas palavras de amor e exortação de Paulo, submeta-se à verdade da Palavra de Deus e prepare-se para rejeitar todo ensino falso. (Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. Rio de Janeiro, CPAD, 2004, pp. 1609).


GRAÇA DOMINICAL

Um Chamado Incomum

Nossas palavras são sábias, porque vêm de Deus descrevendo o sábio plano de Deus para nos levar às glórias do céu. Esse plano estava oculto em tempos passados, tivesse sido preparado para nosso benefício antes que o mundo começasse. 1 Coríntios 2.7 – BV

Você tem. Uma faísca divina. Um chamado incomum para uma vida incomum. O Espírito deu a cada um de nós uma maneira especial de servir aos outros. Para que não haja a desculpa: “Eu não tenho nada a oferecer”. Por acaso o apóstolo Paulo disse: “O Espírito deu a alguns de nós...?” Ou, “O Espírito deu a poucos de nós?” Não. “O Espírito deu a cada um de nós uma maneira especial de servir aos outros”. Chega desta resposta autocondenatória: “ Eu não sei fazer nada”.
E chega do seu oposto arrogante: “Eu tenho que fazer tudo”. Não, você não tem. Você não é a solução de Deus para a sociedade, mas uma solução na sociedade. Imite Paulo, que disse: “Não nos gloriaremos fora de medida, mas conforme a reta medida que Deus nos deu” (2 Co 10.13). Esclareça a sua contribuição.
Não se preocupe com as habilidades que você não tem. Não cobice as qualidades que os outros têm. Apenas deixe que a sua singularidade seja extraída. (LUCADO, Max. Graça para o Momento- Vol. II. 1ª Ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2008, pp. 305).

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Resposta de Deus