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sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

O Consolo de Deus em Meio à Aflição

LIÇÃO 2 – O CONSOLO DE DEUS EM MEIO À AFLIÇÃO – 1º TRIMESTRE DE 2010

TEXTO ÁUREO
“Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e o Deus de toda consolação” (2 Co 1.3).

VERDADE PRÁTICA
As aflições nos ensinam a lidar com as circunstâncias e a depender inteiramente de Deus, nosso auxílio e consolo.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
2 Coríntios 1.1-7
1 - Paulo, apóstolo de Jesus Cristo pela vontade de Deus, e o irmão Timóteo, à igreja de Deus que está em Corinto, com todos os santos que estão em toda a Acaia:
2 - graça a vós e paz, da parte de Deus, nosso Pai, e da do Senhor Jesus Cristo.
3 - Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e o Deus de toda consolação,
4 - que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, com a consolação com que nós mesmos somos consolados de Deus.
5 - Porque, como as aflições de Cristo são abundantes em nós, assim também a nossa consolação sobeja por meio de Cristo.
6 - Mas, se somos atribulados, é para vossa consolação e salvação; ou, se somos consolados, para vossa consolação é, a qual se opera, suportando com paciência as mesmas aflições que nós também padecemos.
7 - E a nossa esperança acerca de vós é firme, sabendo que, como sois participantes das aflições, assim o sereis também da consolação.

SUBSÍDIO PARA O CONSOLO DE DEUS EM MEIO À AFLIÇÃO
Palavras-chave: Conforto, exortação, aflição, tribulação,esperança, ajuda e consolo.

     CONFORTO. Os termos do AT naham, “suspirar com”, e sa’ad, “apoiar e refrescar”, sugerem uma expressão de solidariedade e encorajamento. Os termos do NT expressam a ideia de fortalecimento, ânimo, falar com consolação. O mais comum, parakaleo, significa “ficar ao lado de alguém”, particularmente para ajudar. Homens se confortam (Gn 37.35; Jó 6.10; Fp 2.19), e Deus é a fonte divina de conforto (Sl 119.76; Is 49.13; 2 Co 1.4). A verdadeira experiência de conforto na comunhão da igreja é a obra do Espírito Santo, apropriadamente chamado de “O Consolador” (Jo 14.16,26; 15.26; 16.7). Veja Paracleto. O conforto (ou a consolação) é um dos três principais resultados da profecia (1 Co 14.3). A maioria das versões frequentemente traduz os termos originais como “consolação” (q.v.). Veja Exortação.
     EXORTAÇÃO. A exortação refere-se à linguagem que se usa para incentivar e encorajar. Muitas ideias estão associadas à palavra grega paraklesis no Novo Testamento. É um dos dons do Espírito (Rm 12.8), mas parece ser um aspecto ou objetivo das profecias (1 Co 14.3). É usada como instrução e consolação incitativas (Lc 3.18; At 11.23; 13.15; 1 Tm 4.13; Hb 12.5; 13.22); como súplica, querendo significar um pedido fervoroso (2 Co 8.4); como consolo ou conforto (Lc 2.25; At 15.31; Rm 15.4,5; 2 Co 1.3,5-7); como motivos adequadamente inspiradores (Rm 12.8; 1 Tm 6.2; Hb 3.13); como conforto, no sentido de uma influência de ânimo e de apoio (At 9.31); e de conforto no sentido de dar alegria, contentamento e júbilo (2 Co 7.13). Veja Conforto.
     PARACLETO. Em português pronuncia-se “paracléto”. A palavra grega parakletos ( do verbo parakaleo, “chamar para o lado, com a finalidade de ajudar, exortar, consolar, encorajar) ocorre cinco vezes no NT, todas nos escritos de João. Jesus chamou o Espírito Santo de “outro Consolador” (Jo 14.16), o que significa que ele também é um Consolador. Quando Cristo estava na terra, Ele seus seguidores. Cristo continua a ser o nosso Paracleto no céu, no sentido de ser o nosso “advogado” junto ao Pai, caso cometamos algum ato pecaminoso (1 Jo 2.2).
     Na ausência física de Cristo, o Espírito Santo dá prosseguimento a essa ação de ajudar. Com referência ao Espírito, a palavra parakletos teve várias traduções: Confortador, Ajudador, Advogado, Conselheiro e Consolador. A obra do Espírito Santo como Consolador é: (1) condenar e dar ao mundo provas da veracidade do pecado, da justiça e do juízo (Jo 16.7ss.); (2) permanecer sempre com os discípulos de Cristo a fim de ajudá-los, exortá-los e encorajá-los (Jo 14.16); (3) testemunhar sobre o Senhor Jesus Cristo (Jo 15.26); (4) ajudar os discípulos a se lembrarem das palavras de Cristo (Jo 14.26). Esse termo, aplicado ao Espírito Santo e à sua obra, e associado às ocorrências, tornou-se um forte argumento tanto para a divindade como para a personalidade do Espírito.
     Começando em aproximadamente 150 d.C. na Frigia, Montano e seus seguidores enfatizaram a obra sobrenatural do Espírito Santo. Em uma reação à crescente severidade da Igreja organizada, ele e duas mulheres proclamaram-se profetas e afirmaram que aquele período seria a era do Consolador, na qual novas revelações de Deus seriam dadas. Enfatizaram ainda a proximidade do fim, e insistiram em padrões morais bastante elevados e rígidos para seus seguidores. Entretanto, o Montanismo foi oficialmente rejeitado por causa de sua insistência em uma revelação adicional, além das Escrituras.
     AFLIÇÃO. Uma palavra que normalmente significa tristeza, usada para traduzir várias palavras gregas e hebraicas diferentes. Esdras expressou com essa palavra (Ed 9.5) a sua demonstração de humilhação e tristeza expressa s por meio do jejum. Em Provérbios 12.25 a palavra significa ansiedade, solicitude. O Messias dará uma veste de louvor ao invés de um espírito angustiado ou desalentado (Is 61.3). Tristeza ou pesar é a conotação no Salmo 119.28 e em Provérbios 10.1, como também em Romanos9. 2 e 2 Coríntios 2.1, onde o substantivo grego lupe ´´ e traduzido como “tristeza”, e pelo verbo correspondente “entristecer” nos versículos seguintes (2.2-7). As provas e as tentações também podem causar tristeza e angústia para o crente durante a era presente (1 Pe 1.6). Sentimento que envolve uma pessoa ao arrepender-se dos seus pecados (Tg 4.9). Epafrodito estava “muito angustiado” (Fp 2.26), isto é, estava aflito porque a igreja filipense havia sido informada de que ele estava doente. Este mesmo verbo grego descreve a profunda aflição da alma que Cristo suportou no Getsêmani (Mc 14.33).
     A expressão “coração aflito” é encontrada em Provérbios 25.20, onde a palavra hebraica ra’ significa “triste”, como também em Gênesis 40.7 e Neemias 2.1,2.
      TRIBULAÇÃO. Paulo alertou o fiel de que “por muitas tribulações” nos importa entrar no reino de Deus (At 14.22; cf. Lc 14.27-33; Hb 10.32ss.). O apóstolo sentia que havia recebido uma sentença de morte (2 Co 1.8), e lembrou aos tessalonicenses que neste mundo sofremos tribulações (1 Ts 3.3).
      A inevitável tribulação do cristão é vista, entretanto, como sua identificação com o sofrimento de Cristo. Paulo considerava a tribulação como uma participação nos sofrimentos de Cristo (2 Co 1.4ss.), como carregar no corpo , de forma perene, a morte de nosso Senhor (2 Co 4.8ss.; cf. Rm 8.35), e um complemento de suas aflições pela Igreja (Cl 1.24).
     Esta tribulação deve ser pacientemente suportada (Rm 12.12; Ap 1.9; Ef 3.13; cf. Hb 12.7; 2 Ts 1.4), pois escapar dela é uma atitude que priva o cristão de seu verdadeiro desenvolvimento. A tribulação separa os verdadeiros seguidores dos falsos (Mt 13.21; 1 Ts 1.6); ela recomenda ao mundo a verdadeira natureza da fé, através da provação (2 Co 6.4; 8.2; Ap 2.10). Além disso, se o cristão carrega em seu corpo a morte do Senhor Jesus, ele paradoxalmente descobre que a vida de Jesus se manifesta em sua carne mortal (2 Co 4.1ss.). À medida que o cristão compartilha com abundância os sofrimentos de Cristo, ele compartilha com abundância o consolo que vem através de Cristo (2 Co 1.5). Enquanto descreve sua tribulação como uma “sentença de morte”, Paulo indica seu propósito didático: que ele não deveria confiar em si mesmo, mas em Deus, que ressuscita os mortos (2 Co 1.8,9).
     A tribulação inevitável, que o crente deve suportar pacientemente, o identifica com a ordem eterna de Deus. É assegurado ao cristão que a leve e momentânea tribulação de sua época contará em seu favor em termos de uma glória ainda muito maior (2 Co 4.17). Se ele é tratado pelo mundo como um impostor, um desconhecido, moribundo, castigado, infeliz e sem posse, ele se descobre, paradoxalmente, honesto, bem conhecido, vivo, indestrutível, cheio de alegria, rico e possuidor de todas as coisas na ordem eterna. Ele sabe que nada poderá separá-lo do amor de Deus – nem mesmo a tribulação – e que nenhuma tribulação pode lhe fazer outra coisa que não seja aumentar sua jubilosa esperança (Rm 5.3; cf. Ap 2.9). Ele pode ter tribulações no mundo, mas em Cristo ele tem paz e é encorajado a crer que participará do triunfo do seu Senhor sobre o mundo (Jo 16.33; cf. 16.21ss.).
     A presente ambiguidade envolvida na tribulação do cristão será definitivamente resolvida (Rm 2.9; 2 Ts 1.6; cf. Ap 2.22). Em linguagem apocalíptica, o Sermão do Monte descreve a tensão final entre o mundo e o reino de Deus como a causadora da grande tribulação (Mt 24.21), mas a chegada do Filho do Homem libertará os eleitos finalmente e para sempre (Mt 24.29ss.; Mc 13.24ss.; cf. Ap 7.14).
     ”Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e o Deus de toda consolação (2 Co 1.3).Nove, das 17 ocorrências no Novo Testamento, de parakaleo/ paraklesis são encontradas em 2 Coríntios 1.3-7, com significado de conforto e encorajamento. A questão para Paulo é que nosso sofrimento pessoal nos capacita a nos identificarmos com os que sofrem. Estes, por sua vez, sentirão de Deus a realidade do conforto recebido por nós e encontrarão seu próprio conforto no Pai.
     O princípio é importante. O ministério requer vulnerabilidade. Nossas fragilidades humanas, que nos tornam suscetíveis ao sofrimento, também nos habilitam a demonstrar o amor confortador de Deus. Somente quando explicitamos nossas fraquezas é que conseguimos revelar o poder de nosso Senhor.
     Paulo enfrentou grande sofrimento, perseguição em seu ministério. Ele até lutou contra uma fraqueza – um “espinho” na carne. Por intermédio de tudo isso, Paulo afirmou a fidelidade de Deus. Deus é fiel. Seu poder é suficiente para nos capacitar a enfrentar qualquer dificuldade. Quando somos provados, afastamo-nos do orgulho e aprendemos a depender de Deus. Ele nos conforta para que possamos confortar outras pessoas. (Dicionário Bíblico Wycliffe. Rio de Janeiro, CPAD, 2006, pp. 38, 443, 749, 1463, 1963; Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. Rio de Janeiro, CPAD, 2004, pp. 1610; RICHARDS, Lawrence O. Guia do Leitor da Bíblia. Rio de Janeiro, CPAD,2005, pp.775).

GRAÇA DOMINICAL
Uma Folha de Esperança
E a pomba voltou a Noé sobre a tarde; e eis, arrancada, uma folha de oliveira no seu bico. Gênesis 8.11

     Uma folha de oliveira. Noé teria ficado feliz em ter o pássaro, mas ter a folha! Essa folha era mais do que folhagem; era promessa. O pássaro trouxe mais do que o pedaço de uma árvore; trouxe esperança. Pois não é isso que a esperança é? A esperança é uma folha de oliveira – evidência de terra seca depois do dilúvio...
     Não amamos as folhas de oliveira da vida? “Parece que o câncer pode estar regredindo”. “Eu posso lhe ajudar com estas finanças”. “Passaremos por isto juntos”.
     Além disso, não amamos as pombas que as trazem? Quando o pai caminha com seu filho que está com o coração completamente partido, ele lhe dá uma folha de oliveira. Quando a esposa de muitos anos consola a esposa de alguns meses, dizendo que conflitos acontecem e que todos os maridos demonstram algum tipo de mau humor e que essas tempestades passam, você sabe o que ela está fazendo? Está dando uma folha de oliveira.
     Amamos as folhas de oliveira. E amamos aqueles que as dão. (LUCADO, Max. Graça para o Momento- Vol. II. 1ª Ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2008, pp. 387).


QUESTIONÁRIO LIÇÃO 1 - O CONSOLO DE DEUS EM MEIO À AFLIÇÃO – 1º TRIMESTRE  2010 – Elaborado por Jonilson Barros Caldas

ALUNO __________________________________
CLASSE _________________________ NOTA __

1) Sobre o apóstolo Paulo é correto afirmar:
a- Conhecido como “apóstolo dos gentios”;
b- Alguém que fora chamado e autorizado a ser portador do evangelho pelo próprio Jesus (At 9.15;
c- Passou por uma tribulação esmagadora na Ásia, talvez em Éfeso (At 19.22-28);
d- Foi o apóstolo a quem Jesus amava;
e- Apesar de todo o esforço,teve um ministério fraco e infrutífero;
f- Embora perseguido,nunca recebeu ameaças de morte durante o seu ministério.
Marque abaixo a opção correta:
I- Todas as afirmações são verdadeiras;
II- Todas as afirmações são falsas;
III- Somente as afirmações a, b ,c são verdadeiras;
IV- Somente as afirmações a, c, e são verdadeiras;
V- As afirmações a,b, c, f são falsas;
VI- As afirmações a, b,c, d são falsas.

2)” ... à igreja de Deus que está em Corinto, com todos os santos que estão em toda a Acaia” (2 Co 1.1). A despeito dos problemas que essa igreja possuía, é digno de menção a forma utilizada por Paulo ao dirigir essa sua nova carta à Corinto. De acordo com a passagem bíblica acima é correto afirmar:
a- Apesar dos falatórios dos rebeldes da igreja de Corinto contra o apóstolo, ele tratou a igreja como um todo, como parte da Igreja universal;
b- Devido aos falatórios dos rebeldes da igreja de Corinto contra o apóstolo, Paulo não tratou a igreja como um todo, fez separação entre os opositores e a Igreja universal;
c- Os crentes são tratados como “santos” porque, independentemente da sua estatura espiritual, haviam sido separados da vida mundana para formar o povo de Deus, a Igreja;
d- Quando Paulo diz: “igreja de Deus”, está se referindo à templos construídos;
e- Os crentes são tratados como “santos”, mas somente de acordo com sua estatura espiritual, e aqueles que nunca falharam;
f- Não havia templos construídos naqueles primeiros tempos do Cristianismo, os crentes reuniam-se em casas particulares ou ao ar livre, e Paulo escreve: “ igreja de Deus”; referindo-se aos crentes e não à templos.
Qual a sequência das afirmações corretas:
I- b, c, f;
II- a, b, e;
III- a, c, f;
IV- b, d, f;
V- a, c, e;
VI- d, e , f.

3) Coloque V (verdadeiro) e F (falso):
.
(     ) A Segunda Epístola Aos Coríntios foi escrita quase um ano depois da primeira carta, e contém a apologética mais uniforme da autoridade apostólica de Paulo;
(     ) Timóteo, um jovem obreiro, foi um companheiro leal de Paulo durante todo o seu ministério (1 Co 4.17);
(     )Aflição é uma palavra bíblica que anula o falso conceito da Teologia da Prosperidade, segundo a qual o crente santo e fiel não passa por dificuldades (Jo 16.33);
(     ) As aflições são inevitáveis em nossa vida,porém, o consolo divino vem como um rio caudaloso trazendo refrigério e descanso;
(     ) Não existe limites para o poder da oração intercessória em nome de Jesus;
(     ) As aflições nos ensinam a lidar com as circunstâncias e a depender inteiramente de Deus, nosso auxílio e consolo.

4) Relacione de acordo com a leitura diária:
(a) A vara e o cajado de Deus nos consolam   (    )Cl 2.2
(b) Deus consola o seu povo                            (    ) 2 Co 1.4,5
(c) Deus, o Consolador dos abatidos               (    ) Sl 23.4
(d) O Deus de toda consolação                        (    ) 1 Ts 5.14
(e) Consolados e unidos em amor                    (    ) Sl 86.17
(f) Consolai os desanimados; amparai os fracos (    ) 2 Co 7.6

5) Complete de acordo com a revista:
Deus ________ não é apenas um _________ que se compadece de nós em nossas _______________________, mas aquEle que _______________ nossos ________________________ com o _____________________ da _____________________ do seu ___________________, pois é o “Deus de toda _____________________”.
Os __________________________ e provações que enfrentamos produzem _______________________ e ____________________.

Questionário elaborado por Jonilson Barros Caldas
O gabarito do questionário pode ser solicitado pelo e-mail: jonilsonb.com.br@hotmail.com
Acesse também o blog da Escola Bíblica Dominical do mesmo autor: http://questionariosebdominical.2u.blog.br/

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