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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

O Princípio Bíblico da Generosidade

LIÇÃO 9 – O PRINCÍPIO BÍBLICO DA GENEROSIDADE - 1° TRIMESTRE DE 2010

TEXTO ÁUREO
"Cada um contribua segundo propôs no seu coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria" (2 Co 9.7).

VERDADE PRÁTICA
A generosidade é um princípio que deve preencher o coração alcançado pela graça de Deus.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

2 Coríntios 8.1-5; 9.6,7,10,11
2 Coríntios 8
1 - Também, irmãos, vos fazemos conhecer a graça de Deus dada às igrejas da Macedônia;
2 - como, em muita prova de tribulação, houve abundância do seu gozo, e como a sua profunda pobreza superabundou em riquezas da sua generosidade.
3 - Porque, segundo o seu poder (o que eu mesmo testifico) e ainda acima do seu poder, deram voluntariamente,
4 - pedindo-nos com muitos rogos a graça e a comunicação deste serviço, que se fazia para com os santos.
5 - E não somente fizeram como nós esperávamos, mas também a si mesmos se deram primeiramente ao Senhor e depois a nós, pela vontade de Deus;
2 Coríntios 9
6 - E digo isto: Que o que semeia pouco pouco também ceifará; e o que semeia em abundância em abundância também ceifará.
7 - Cada um contribua segundo propôs no seu coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria.
10 - Ora, aquele que dá a semente ao que semeia e pão para comer também multiplicará a vossa sementeira e aumentará os frutos da vossa justiça;
11 - para que em tudo enriqueçais para toda a beneficência, a qual faz que por nós se dêem graças a Deus.

SUBSÍDIOS PARA O PRINCÍPIO BÍBLICO DA GENEROSIDADE

Palavras-chave: Generosidade, ofertas 

     Liberalidade, magnanimidade, elogio, bênção. Tem o significado de "abundância" em 2 Coríntios 9.5, onde duas vezes é traduzido como "generosidade" da oferta enviada pela igreja de Corinto a seus irmãos necessitados na Judéia, no v. 6: "generosamente" (lit. "bênção"). Liberalidade, se encontra na base desse conceito a palavra grega charis, graça ou benevolência, no sentido de se fazer alguma coisa além daquilo que é requerido, como, por exemplo, enviar uma oferta ou dádiva a cristãos necessitados em qualquer lugar do mundo (1 Co 16.3).
     Paulo passa a transmitir instruções sobre a coleta levantada para os cristãos em Jerusalém. Sua metodologia é de expor toda a filosofia do Novo Testamento que substitui os princípios do Antigo Testamento sobre o dízimo. Paulo instiga aos crentes a que sejam sensíveis às necessidades dos outros e contribuam com generosidade e não por obrigação (2 Co 8.1-8). Ao ofertarmos, seguimos a Jesus que deu tudo para nós. Assim, é adequado contribuir com o que temos (vv. 9-12). Paulo declara que contribuir é partilhar, é satisfazer necessidades prementes de sorte que nossos irmãos e irmãs possam viver e agir como crentes. Essa ação é recíproca, pois receberemos quando em necessidade (vv. 13-15). Após algumas considerações de caráter organizacional e de procedimentos (vv. 8.16-9.5), Paulo volta aos princípios básicos. Contribuição generosa implica em retorno abundante, pois ninguém pode prescindir de Deus (vv. 6-9). Não devemos ter medo de ofertar. Deus pode e suprirá nossas necessidades (vv. 10-12). Nossa contribuição traz a glória de Deus através das orações e ações de graças que conduzirão o nome   do contribuinte diante do Senhor (vv. 13-15).
     Pano de fundo. Três coisas nos ajudam a entender os ensinamentos do Novo Testamento sobre a oferta:
1) a coleta se destinava basicamente a satisfazer as necessidades dos cristãos vulneráveis à fome ou a outras situações de risco de vida;
2) a palavra usada por Paulo para contribuir é koinonia, fraternidade e compartilhar; e,
3) a perspectiva de Paulo sobre a igreja como corpo de Cristo dá contornos ao seu ensinamento sobre a oferta.
     O sistema circulatório leva a cada célula os elementos de que o corpo necessita para sobreviver e funcionar bem. A contribuição é semelhante ao sangue que sustenta a vida. Contribuir é partilhar com os necessitados que não conseguiriam sobreviver ou trabalhar, tanto quanto a igreja sem eles. Com esses conceitos fundamentais em mente, podemos observar vários princípios nestes capítulos destinados a orientar nossas contribuições como cristãos.
     Por que a não menção do dízimo? No Antigo Testamento, o dízimo era uma contribuição paga a Deus, o dono da Terra Prometida e quitada com o fruto da terra. Era usada para sustentar os sacerdotes da nação e as atividades litúrgicas, bem como auxiliar no apoio ao pobre. O Novo Testamento assume a administração baseada na propriedade de Deus, de tudo o que temos, e o que somos. Não há aluguel a ser pago e nem Templo ou sacerdote a ser sustentado. Como os cristãos se tornam conscientes das necessidades globais ou locais, devem contribuir em amor.
     Aquele que semeia pouco (2 Co 9.6). É uma lição que a natureza nos ensina, aplicada à vida espiritual. Se a semente é semeada com parcimônia, a safra será escassa. Assim, se nos retraímos, ou se relutamos em nosso serviço cristão, a colheita será diminuta. O vers. 7 dá-nos o espírito desse serviço. O grego tem "hilaridade". Sugere um espírito de real prazer, que faz a pessoa não caber em si.
     Pode um homem perder fazendo aquilo com que Deus se agrada? Ele pode fazer que toda a graça abunde para conosco, e que abunde em nós; pode dar um grande crescimento das boas coisas espirituais e das temporais. Pode fazer que tenhamos suficiente em todas as coisas e que nos contentemos com o que temos. Deus não só nos dá bastante para nós mesmos, senão para que também possamos suprir com isso as necessidades do próximo, e isto deve ser como semente para plantar. Devemos mostrar a realidade de nossa sujeição ao evangelho pelas obras da caridade. Isto será para mérito de nossa confissão e para o louvor e a glória de Deus. Devemos propor-nos imitar o exemplo de Cristo, sem cansar-nos de fazer o bem, e considerando que é mais bem-aventurado dar que receber.
     Deus pode (é poderoso) (2 Co 9.8). O homem não dá do que é propriamente seu, e sim daquilo que Deus lhe tem dado. A Bíblia lembra-nos isto em muitas passagens: "...Das tuas mãos to damos" (1Cr 29.14). No vers. 9, o apóstolo cita o Sl 112.9. Este Salmo descreve o gênero de vida de um homem justo. Será rico em sua casa, e dará a outros. Não temerá notícias más porque seu coração está firme em Deus. Em outras palavras, a Bíblia ensina que o homem de Deus não sofrerá necessidade, mas terá de fato o suficiente para dar a outros.
     Dará pão (2 Co 9.10); a ARA dá o sentido com maior clareza: "Aquele que dá semente ao que semeia, e pão para alimento, também suprirá e aumentará a vossa sementeira, e multiplicará os frutos da vossa justiça".
     Redunda em muitas graças a Deus (2 Co 9.12). Deus organizou a vida humana por tal forma, que o nosso serviço pelos outros redunda em bênção para nós e contribui para a glória de Deus, que é o Criador de todas as coisas.
     Princípios sobre a contribuição no Novo Testamento, encontrados em 2 Coríntios 8-9. Deram-se a si mesmos. O que Deus quer de nós não é o nosso dinheiro. Quando nos entregamos ao Senhor, aderimos à contribuição (2 Co 8.5). Lembre-se do exemplo de Cristo. Ele nos deu tudo para enriquecer as nossas vidas. As riquezas que temos nele são as verdadeiras riquezas, não a opulência material (2 Co 8.9). Contribua na medida de sua possibilidade. O ato de doar não tem como objetivo empobrecer o contribuinte. O que agrada a Deus não é o montante da doação comparada com a nossa disponibilidade, mas a disposição em fazê-lo (2 Co 8.10-12). Contribua para satisfazer necessidades. A contribuição tem por objetivo prover as necessidades básicas de cristãos carentes. Este princípio reflete a vulnerabilidade do mundo do século primeiro aos famintos e à igreja nas perseguições, que geralmente significa que os crentes perderam seus meios de subsistência. O princípio de que contribuir era uma forma de externar a sensibilidade aos pobres e de que nossa preocupação maior ainda deve ser para com a carência humana e não com as questões de ordem patrimonial, pois a igreja de Jesus é gente. Contribuir é semear. A oferta é um investimento para o nosso futuro eterno. Quanto maior o investimento, maior será o retorno (2 Co 9.6). O contribuir é um ato pessoal. O quanto a pessoa contribui é um problema entre ela e o Senhor. Deus não está interessado em dinheiro doado de má vontade (2 Co 9.7). Contribuir é uma expressão de confiança. Deus é capaz de satisfazer as nossas necessidades e de prover muito mais do que precisamos para viver com alegria e sem temor (2 Co 9.8-11). Contribuir estimula a oração. O recebedor louva a Deus e ora pelo doador (2 Co 9.12-15).
     Prossegue o apóstolo referindo o espírito com que os crentes devem contribuir para socorrer os outros em suas necessidades, e como o recebimento, com gratidão, dessas dádivas deve levar seus beneficiários a orar em favor dos ofertantes. Assim, estabelece-se uma bênção recíproca, e o apóstolo glorifica a Deus ao contemplar este resultado abençoado. O apóstolo é levado naturalmente a pensar na generosidade divina para com os homens, dando-lhes Cristo pensamento este que nunca encontra palavras adequadas que o expressem (Dicionário Bíblico Wycliffe. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2006, pp.1153; RICHARDS, Lawrence O. Guia do Leitor da Bíblia. Rio de Janeiro, CPAD, 2005, pp.781; Comentário Bíblico Matthew Henry; O Novo Comentário da Bíblia. 3a edição: 1995 Reimpressão: 1997, Sociedade Religiosa Edições Vida Nova).

GRAÇA DOMINICAL

Ame os Esquecidos

Revesti-vos de humildade (1 Pe 5.5).

          O ato de servir não exige nenhuma habilidade especial, e nem mesmo o diploma de algum seminário. Independente da sua força, treinamento ou tempo na igreja, você pode amar os esquecidos.
          Jesus se senta na sala de aula, usando grossas lentes, roupas fora de moda e um rosto triste. Você já o viu antes. Ele é Jesus.
          Jesus trabalha no seu escritório. Grávida novamente, ela chega tarde e cansada ao emprego. De acordo com rumores do bebedouro, ela mesma não sabe quem é o pai. Você já a viu antes. Ela é Jesus.
          Quando você conversa com o aluno solitário, ou ajuda uma mãe cansada, você ama a Jesus. Ele veste a indumentária dos esquecidos e ignorados. “... quando o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes” (Mt 25.40). (LUCADO, Max. Graça Para o Momento- Vol. II. 1ª Ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2008, p 108).

QUESTIONÁRIO LIÇÃO 9 – O PRINCÍPIO BÍBLICO DA GENEROSIDADE – 1° TRIMESTRE DE 2010 – Elaborado por Jonilson Barros Caldas

1) A igreja de Corinto foi encorajada a repartir generosamente com os necessitados. Paulo motiva a igreja lembrando suas virtudes positivas e declara que os coríntios têm sido abundantes na fé, no entanto, apela a que sobejem, também, na graça de generosidade (2 Co 8.7). Baseado na informação acima, concluímos que:
(A) Paulo exerceu sua autoridade apostólica com uma atitude interesseira, não dando apenas o seu parecer sobre o assunto, mas exigindo;
(B) Paulo impõe à igreja encargo, não recorre ao espírito generoso dos irmãos quanto à contribuição financeira em favor dos crentes em Jerusalém;
(C) Paulo não impõe à igreja qualquer encargo, nem recorre ao espírito generoso dos irmãos quanto à contribuição;
(D) Paulo não impõe à igreja qualquer encargo, mas recorre ao espírito generoso dos irmãos quanto à contribuição financeira em favor dos crentes de Antioquia;
(E) Paulo não exerceu sua autoridade apostólica, mas usou uma atitude interesseira quanto à contribuição financeira em favor dos crentes de Jerusalém;
(F) Paulo dá apenas o seu parecer sobre o assunto, não impondo à igreja qualquer encargo, mas recorre ao espírito generoso dos irmãos quanto a contribuição financeira em favor dos crentes de Jerusalém.

2) Relacione de acordo com a lição estudada:
(A) Paulo
(B) Generosidade
(C) Sentimento
(D) Igreja Primitiva
(E) Dízimo
(F) Ofertas

(    ) Deu ênfase à assistência generosa para com os pobres. A Bíblia afirma que os cristãos primitivos “repartiam com todos, segundo cada um tinha necessidade”.
(    ) O que dominava o ministério de Jesus é o que deve permear o coração dos crentes, tendo disposição de vontade para fazer o melhor pelo Reino de Deus, inclusive, contribuir com amor fraterno para os necessitados.
(    ) Mais que uma regra a ser obedecida, é um princípio de gratidão, fé e obediência. O doador o faz porque reconhece o senhorio de Deus sobre sua finanças.
(    ) Devem ser espontâneas, de coração aberto , e sem avareza. Deus se compraz em abençoar a Igreja, dando-lhe bênçãos espirituais e materiais.
(    ) Apela para os cristãos de Corinto serem abundantes na generosidade para com os necessitados, especialmente, os de Jerusalém, a Igreja-mãe, pois foi onde tudo começou.
(    ) É a virtude daquele que se dispõe a sacrificar os próprios interesses em benefício de outrem.

3) Leia as afirmações abaixo e coloque V para verdadeiro e F, para falso:
A (    ) O princípio da generosidade está fundamentado na ideia de ter e não de doar;
B (     ) Paulo afirmou acerca do Filho de Deus, dizendo que Ele “sendo pobre, por amor de vós se fez rico (2 Co 8.9);
C (    ) Atender ao pobre em suas necessidades não é um preceito bíblico;
D (    ) No Antigo Testamento, a entrega do dízimo obedecia a uma lei. Nem todo israelita tinha a obrigação de entregar o seu dízimo;
E (    ) A Igreja apenas prega o Evangelho. Ela não deve atender os seus necessitados em termos físicos e materiais;
F (    ) A generosidade requerida por Paulo se constituía de atitudes vazias e meras formalidades sociais.

4) Relacione de acordo com a leitura diária:
(A) Dt 15.10,11                     (     ) Generosidade até para com os inimigos
(B) Pv 11.25                           (     ) Sejamos generosos
(C) 1 Tm 6.18                        (     ) Generosidade, fruto do Espírito
(D) Gl 5.22                             (     ) A generosidade para com os crentes
(E) Rm 12.20,21                   (     ) Deus recompensa a generosidade
(F) Rm 12.13                         (     ) A alma generosa prosperará

5) Complete de acordo com a revista:
Filantropia sem _________________________ não tem valor. A boa ____________________ é aquela que baseia suas obras no ________________ do_______________, que supera todas as _________________ e nos torna úteis ao ____________de______________. Gratidão e _______________ para servir uns aos outros anulam a ______________ e abrem as _______________ de Deus com ___________________espirituais e ___________________ (Ml 3.10).
Questionário elaborado por Jonilson Barros Caldas
O gabarito do questionário pode ser solicitado pelo e-mail: jonilsonb.com.br@hotmail.com
Acesse também o blog da Escola Bíblica Dominical do mesmo autor: http://questionariosebdominical.2u.blog.br/

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